A-Darter

O V-3E ou A-Darter (AAM) é um míssil ar-ar, de guia infravermelho e curto alcance de quinta geração desenvolvido conjuntamente pelo Brasil e África do Sul. Irá substituir o U-Darter. A África do Sul sofreu um embargo a compra de armas imposto ao regime Apartheid pela ONU nas década de 1960 e 70.

Nº Q1325905 ★★★

Rara · Saberes

A-Darter

O V-3E ou A-Darter (AAM) é um míssil ar-ar, de guia infravermelho e curto alcance de quinta geração desenvolvido conjuntamente pelo Brasil e África do Sul. Irá substituir o U-Darter. A África do Sul sofreu um embargo a compra de armas imposto ao regime Apartheid pela ONU nas década de 1960 e 70.

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O V-3E ou A-Darter (AAM) é um míssil ar-ar, de guia infravermelho e curto alcance de quinta geração desenvolvido conjuntamente pelo Brasil e África do Sul. Irá substituir o U-Darter. A África do Sul sofreu um embargo a compra de armas imposto ao regime Apartheid pela ONU nas década de 1960 e 70. Com o conflito com Angola, apoiada pelos russos e cubanos, era necessário desenvolver localmente seus próprios equipamentos militares, entre esses, mísseis ar-ar. Por isso, a África do Sul desenvolveu sua própria linha de mísseis. O A-Darter (Agile Darter) é o mais novo míssil desta linha, em fase final de projeto. Recentemente, o Brasil entrou no projeto do A-Darter através da Força Aérea Brasileira, o DEPED (Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento), Centro Técnico Aeroespacial, e de indústrias com que farão a interface, em especial as empresas Mectron, Avibras e Opto Eletrônica. Do lado sul-africano, está a empresa Denel Aerospace Systems. O custo estimado do projeto está entre U$ 100 e U$ 130 milhões de dólares, dos quais o Brasil irá participar com metade. Este míssil equipará o JAS-39 Gripen da África do Sul e da FAB, o A-1M e F-5BR da FAB e o A-4BR da Marinha do Brasil. O desenvolvimento do A-Darter começou em 1995, mas o programa sofreu com financiamento inadequado e mudanças nos requisitos da Força Aérea Sul-Africana (SAAF). Mectron, Avibras e Atech juntaram-se ao programa em 2006 após um processo de negociação de três anos, com US$ 52 milhões investidos pelo governo brasileiro no projeto, estimado em US$ 130 milhões. Nesse mesmo ano, a Denel Dynamics anunciou que utilizaria a mais recente unidade de medição inercial de estado sólido, a SiIMU02 da BAE Systems, para guiagem de médio alcance. A empresa brasileira Opto Eletrônica firmou parceria com a Denel Dynamics no desenvolvimento do sensor...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: M.ASIF AMIN (CC0) ·

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