Apoxiomeno

Apoxiomeno' ("aquele que limpa"; em grego antigo ἀπϩσιόμενος/apoxuómenos; de ἀποξὐω/apoxúô, "raspar, arranhar") foi uma obra em bronze do escultor Grego Lísipo, datado de 330 a.C., do período clássico da arte grega, e dentro deste, no período pós-clássico, quando se inicia a ruptura com o "ideal clássico de beleza". É um dos temas convencionais da escultura votiva grega antiga; representa um atleta, pego no ato familiar de raspar suor e poeira do seu corpo com o pequeno instrumento curvo que os gregos chamam de stlengis e os romanos de strigil.

Nº Q431029 ★★★

Rara · Saberes

Apoxiomeno

Apoxiomeno' ("aquele que limpa"; em grego antigo ἀπϩσιόμενος/apoxuómenos; de ἀποξὐω/apoxúô, "raspar, arranhar") foi uma obra em bronze do escultor Grego Lísipo, datado de 330 a.C., do período clássico da arte grega, e dentro deste, no período pós-clássico, quando se inicia a ruptura com o "ideal clássico de beleza". É um dos temas convencionais da escultura votiva grega antiga; representa um atleta, pego no ato familiar de raspar suor e poeira do seu corpo com o pequeno instrumento curvo que os gregos chamam de stlengis e os romanos de strigil.

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Apoxiomeno' ("aquele que limpa"; em grego antigo ἀπϩσιόμενος/apoxuómenos; de ἀποξὐω/apoxúô, "raspar, arranhar") foi uma obra em bronze do escultor Grego Lísipo, datado de 330 a.C., do período clássico da arte grega, e dentro deste, no período pós-clássico, quando se inicia a ruptura com o "ideal clássico de beleza". É um dos temas convencionais da escultura votiva grega antiga; representa um atleta, pego no ato familiar de raspar suor e poeira do seu corpo com o pequeno instrumento curvo que os gregos chamam de stlengis e os romanos de strigil. A talha original está perdida, mas sabemos da sua existência pela descrição de Plínio, o Velho, na sua obra Naturalis Historia. Na obra, Plínio indicava que o general Marcus Vipsanius Agrippa tinha levado a obra original em bronze para Roma e tinha sido colocada em alguns banhos. Como agradou ao imperador Tibério, este colocou-o no seu palácio, mas devido às críticas do povo devolveu-o para ser exibido ao público. Uma cópia em mármore desta escultura foi descoberta no bairro romano de Trastevere em 1849 e está conservado no Museu Pio-Clementino, na Cidade do Vaticano. Lísipo coloca o sujeito num verdadeiro contraposto , com um braço estendido para criar uma sensação de movimento e interesse de uma variedade de ângulos de visão. Plínio também mencionou tratamentos deste motivo por Policleto e pelo seu aluno ou seguidor, Dédalo de Sicião, que parece ter produzido duas variantes sobre o tema. Uma estátua de bronze fragmentária do tipo Policleto/Sícioniano, que mantém as mãos baixas para limpar o suor e a poeira da mão esquerda, foi escavada em 1896 no sítio de Éfeso, na Turquia ; encontra-se no Museu Kunsthistorisches, em Viena. A sua qualidade é tão boa que os estudiosos têm debatido se é um original do século IV, no sentido de que as repetições...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Copy after Lysippos (Public domain) ·

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