Comum · História
Aquitu
Aquitu ou Aquitum (em sumério: EZEN Á.KI.TUM; romaniz.: akiti-šekinku, Á.KI.TI.ŠE.GUR₁₀.KU; lit. "ceifa da cevada"[carece de fontes]?; em acádio: akitu ou rêš-šattim; lit. "cabeça do ano") era um festival de primavera da antiga Mesopotâmia.
Na Wikipédia
Aquitu ou Aquitum (em sumério: EZEN Á.KI.TUM; romaniz.: akiti-šekinku, Á.KI.TI.ŠE.GUR₁₀.KU; lit. "ceifa da cevada"[carece de fontes]?; em acádio: akitu ou rêš-šattim; lit. "cabeça do ano") era um festival de primavera da antiga Mesopotâmia. O Aquitu da Babilónia teve um papel fundamental no desenvolvimento das teorias sobre religião, mitologia e rituais, porém o seu propósito continua a ser causa controvérsia entre historiadores de religião e assiriólogos. O nome tem origem na designação suméria para cevada e originalmente aplicava-se a dois festivais, que celebravam o início de cada um meio-ano do calendário sumério, marcando a semeadura da cevada no outono e a sua ceifa na primavera. Na mitologia babilônica, o Aquitu passou a ser dedicado à vitória do deus Marduque sobre a deusa Tiamate. Era um acontecimento em que participavam todas as classes sociais. Foi adotado pelo Império Neoassírio, a seguir à destruição da Babilónia. Em 683 a.C., o rei Senaqueribe mandou construir uma "Casa de Aquitu" fora das muralhas de Assur.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Levi Clancy (CC0) ·