Assassinato de Ali

Nº Q20650851 ★★

Incomum · História

Assassinato de Ali

Ali, o quarto califa ortodoxo (r. 656–661) e o primeiro imame xiita, foi assassinado durante a oração da alvorada em 28 de janeiro de 661, equivalente a 19 de Ramadã de 40 A.H..

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Ali, o quarto califa ortodoxo (r. 656–661) e o primeiro imame xiita, foi assassinado durante a oração da alvorada em 28 de janeiro de 661, equivalente a 19 de Ramadã de 40 A.H.. Ele morreu em decorrência dos ferimentos cerca de dois dias depois de o dissidente carijita Abederramão ibne Muljame tê-lo atingido na cabeça com uma espada envenenada na Grande Mesquita de Cufa, localizada em Cufa, no atual Iraque. Tinha cerca de sessenta e dois anos de idade no momento de sua morte. Ibne Muljame havia entrado em Cufa com a intenção de matar Ali, provavelmente como vingança pela derrota dos carijitas na Batalha de Narauã em 658. Em Cufa, encontrou dois cúmplices, a saber, Xabibe ibne Bujera e Uardane ibne Almujalide. Diferentemente de Ibne Muljame, as espadas desses dois erraram Ali, e eles fugiram, mas mais tarde foram capturados e mortos. Antes de morrer, Ali solicitou ou a aplicação rigorosa da lei de talião a Ibne Muljame ou o seu perdão; ainda assim, Ibne Muljame acabou sendo executado por Haçane, o filho mais velho de Ali. Segundo a maioria dos relatos, também esteve envolvido no assassinato Alaxate ibne Caice, o influente líder tribal de Cufa, cuja lealdade a Ali é frequentemente posta em dúvida nas fontes antigas. O assassinato de Ali abriu caminho para que seu rival Moáuia fundasse o Califado Omíada. O santuário de Ali em Najafe, perto de Cufa, é um importante destino de peregrinação para os xiitas.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Yousef Abdinejad (CC BY-SA 4.0) ·

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