Bruno Perillo
Ator brasileiro
Bruno Perillo (São Paulo, 29 de Novembro de 1970) é um ator e diretor brasileiro. Seu primeiro trabalho profissional foi no Grupo TAPA, há mais de 18 anos atrás. É formado em rádio e televisão pela FAAP.
Nº Q9667704 ★★★
Rara · Personalidades
Bruno Perillo
Ator brasileiro
Bruno Perillo (São Paulo, 29 de Novembro de 1970) é um ator e diretor brasileiro. Seu primeiro trabalho profissional foi no Grupo TAPA, há mais de 18 anos atrás. É formado em rádio e televisão pela FAAP.
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Bruno Perillo (São Paulo, 29 de Novembro de 1970) é um ator e diretor brasileiro. Seu primeiro trabalho profissional foi no Grupo TAPA, há mais de 18 anos atrás. É formado em rádio e televisão pela FAAP. Já esteve em mais de 30 montagens teatrais. Em 2009, foi indicado ao Prêmio Shell pela direção musical da peça Querô (filme), de Plínio Marcos. Formado em 1994, começou sua carreira profissional em 1995, ao ingressar no Grupo Tapa – cursos, oficinas e workshops com Eduardo Tolentino de Araujo, Denise Weinberg, Brian Penido e Guilherme Sant’Anna, além de Neide Neves (corpo), Gustavo Kurlat (canto e violão) e Valentin Trepliakov (diretor do Teatro de Arte de Moscou). Workshop com o diretor inglês Declan Donellan no British Council em SP, em 2008. Master Class com o dramaturgo inglês Sir David Hare no British Council em SP, em 2015. Pós-Graduação Lato sensu em Direção Teatral na Escola Superior de Artes Celia Helena, concluído em 2013. Atuou em várias montagens teatrais do grupo TAPA, dentre elas: A Serpente (de Nelson Rodrigues), Moço em Estado de Sítio (de Oduvaldo Vianna Filho), Ivanov (de Anton Tchekhov), Rasto Atrás (de Jorge Andrade), Vestido de Noiva (de Nelson Rodrigues) e Morte e Vida Severina (de João Cabral de Melo Neto). Em 2000, numa coprodução Tapa/Folias d’Arte, ingressou no Grupo Folias d’Arte para a montagem de Happy End (de Bertolt Brecht) e lá atuou em uma série de montagens sob a direção de Marco Antônio Rodrigues. Em 2009 foi indicado ao prêmio Shell pela direção musical de Querô, uma reportagem maldita (de Plínio Marcos). Em 2019, indicado ao prêmio APCA e ao prêmio Aplauso Brasil pela direção de Chernobyl, peça também indicada a melhor espetáculo pelo Aplauso Brasil. Atuou em Credores (de August Strindberg) e Dançando em Lúnassa (de Brian Friel), Ópera...
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