Carmela Dutra
17.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil
Nº Q9697450 ★★★
Rara · Personalidades
Carmela Dutra
17.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil
Carmela Teles Leite Dutra, conhecida pelo apelido de Santinha (Ilha do Governador, 17 de setembro de 1884 — Rio de Janeiro, 9 de outubro de 1947), foi uma professora e esposa do general Eurico Gaspar Dutra, o 16.º presidente do Brasil, exerceu a função de primeira-dama do país desde a posse presidencial do marido, em 31 de janeiro de 1946, até sua morte, em 9 de outubro de 1947. Antes de chegar ao Palácio do Catete, trabalhou no ensino público do então Distrito Federal e participou de círculos católicos, militares e assistenciais da capital bra...
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Carmela Teles Leite Dutra, conhecida pelo apelido de Santinha (Ilha do Governador, 17 de setembro de 1884 — Rio de Janeiro, 9 de outubro de 1947), foi uma professora e esposa do general Eurico Gaspar Dutra, o 16.º presidente do Brasil, exerceu a função de primeira-dama do país desde a posse presidencial do marido, em 31 de janeiro de 1946, até sua morte, em 9 de outubro de 1947. Antes de chegar ao Palácio do Catete, trabalhou no ensino público do então Distrito Federal e participou de círculos católicos, militares e assistenciais da capital brasileira. Na campanha presidencial de 1945, Carmela organizou comitês femininos, participou da propaganda eleitoral e ajudou a projetar publicamente a candidatura de Dutra. Já como primeira-dama, associou sua atuação à assistência à infância, à maternidade, ao ensino normal e a iniciativas de inspiração católica. Tornou-se presidente de honra da Legião Brasileira de Assistência (LBA), função distinta da presidência executiva da instituição. Sua memória ficou especialmente relacionada ao conservadorismo católico e a alegações de influência sobre decisões do governo Dutra, como a proibição dos jogos de azar e a repressão ao Partido Comunista Brasileiro. Pesquisas posteriores, entretanto, não localizaram documentação que comprove sua participação direta no fechamento dos cassinos. A cassação do registro do PCB, por sua vez, foi uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral, tomada em 7 de maio de 1947, e não um ato da primeira-dama ou um decreto presidencial.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: UnknownUnknown (Public domain) ·