Carta de corso
Nº Q1414906 ★★★
Rara · Saberes
Carta de corso
A carta de corso (do latim cursus, «corrida»), ou carta de marca, era um documento emitido pelo governo de um país pelo qual seu dono era autorizado a atacar navios e povoados de outras nações. Eram por isso chamados "corsários", verdadeiros piratas a serviço de algum governo, estimulados no século XVI principalmente pela Inglaterra para saquear os galeões espanhóis que traziam as riquezas do Novo Mundo.
Último preço
—
Preço mínimo
—
Mediana 7 d
—
Vendas 30 d
0
Faixa 30 d
—
Em circulação
0
Cotação
mediana
mín – máx
vendas
Sem vendas no período
Ver tabela
| Data | mediana | Mín | Máx | vendas |
|---|
Histórico de vendas
- Última venda
- —
- Média 30 d
- —
- Mínima 30 d
- —
- Máxima 30 d
- —
- Vendas 7 d
- 0
- Vendas 30 d
- 0
Ainda sem vendas.
Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.
Na Wikipédia
A carta de corso (do latim cursus, «corrida»), ou carta de marca, era um documento emitido pelo governo de um país pelo qual seu dono era autorizado a atacar navios e povoados de outras nações. Eram por isso chamados "corsários", verdadeiros piratas a serviço de algum governo, estimulados no século XVI principalmente pela Inglaterra para saquear os galeões espanhóis que traziam as riquezas do Novo Mundo. Ou seja, piratas pilhadores da riqueza alheia a serviço governamental, tal qual Francis Drake, pirata condecorado como Sir Francis pela rainha da Inglaterra Elizabeth I, após uma viagem pirata bem sucedida na costa do pacífico sul americano. Segundo a historiadora Janice Theodoro da Silva, "o investimento que Inglaterra fazia em pirataria tinha retorno certo"[1]. Desta forma convertendo o proprietário da carta em membro da marinha daquele país, conforme a chamada "Lei do Mar" (Tratado Internacional da época, quando se criou esse instrumento jurídico internacional). Porém, era uma marinha de corsários, piratas, bucaneiros, ladrões autorizados pelos governos e por eles premiados e condecorados por cada roubo bem-sucedido das riquezas de outras nações, o que levou a grandes conflitos na guerra entre Espanha e Inglaterra em 1588, guerra que durou 20 anos - 1585-1604. Foi desta forma (pirataria e pilhagem) que a Inglaterra conseguiu aos poucos o seu espaço nas conquistas ultramarinas. Cada vez mais vinha desferindo uma série de impedimentos à empresa marítima luso-espanhola no Ocidente. Para intensificar ainda mais as disputas pelo controle dos mares, as atividades empreendidas e estimuladas pela rainha Elizabeth I, desde a viagem de Sir John Hawkins no ano de 1562 a 1594 a Lancaster, foram fundamentais para ampliar e projetar o poder naval na Era dos Descobrimentos. Mesmo sob protestos da Espanha de que a Inglaterra estava incentivando a pirataria, e de fato, esse era o objetivo: desestruturar o...
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Maurits van Nassau (Maurice of Orange, 1567-1625) / Melander... (Public domain) ·