Cogito ergo sum
Frase do filosófo René Descartes
Nº Q192325 ★★★★
Super rara · Saberes
Cogito ergo sum
Frase do filosófo René Descartes
O latim cogito, ergo sum, geralmente traduzido para o português como "penso, logo existo" ("I think, therefore I am" em inglês), é o "primeiro princípio" da filosofia de René Descartes. Ele o publicou originalmente em francês como je pense, donc je suis em seu Discurso sobre o Método de 1637, para alcançar um público mais amplo do que o latim permitiria.
Último preço
—
Preço mínimo
—
Mediana 7 d
—
Vendas 30 d
0
Faixa 30 d
—
Em circulação
0
Cotação
mediana
mín – máx
vendas
Sem vendas no período
Ver tabela
| Data | mediana | Mín | Máx | vendas |
|---|
Histórico de vendas
- Última venda
- —
- Média 30 d
- —
- Mínima 30 d
- —
- Máxima 30 d
- —
- Vendas 7 d
- 0
- Vendas 30 d
- 0
Ainda sem vendas.
Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.
Na Wikipédia
O latim cogito, ergo sum, geralmente traduzido para o português como "penso, logo existo" ("I think, therefore I am" em inglês), é o "primeiro princípio" da filosofia de René Descartes. Ele o publicou originalmente em francês como je pense, donc je suis em seu Discurso sobre o Método de 1637, para alcançar um público mais amplo do que o latim permitiria. Mais tarde, apareceu em latim em seus Princípios da Filosofia, e uma frase semelhante (em latim: Ego sum, ego existo; romaniz.: Sou, existo) também figurou de forma proeminente em suas Meditações sobre a Primeira Filosofia. O ditado também é às vezes referido como cogito. Como Descartes explicou em uma nota de rodapé, "não podemos duvidar de nossa existência enquanto duvidamos". Em A Busca da Verdade pela Luz Natural, publicado postumamente, ele expressou essa percepção como dubito, ergo sum, vel, quod idem est, cogito, ergo sum ("duvido, logo existo — ou, o que é o mesmo — penso, logo existo."). Antoine Léonard Thomas, em um ensaio de 1765 em homenagem a Descartes, apresentou-o como dubito, ergo cogito, ergo sum ("duvido, logo penso, logo existo."). A afirmação de Descartes tornou-se um elemento fundamental da filosofia ocidental, pois pretendia fornecer uma base sólida para o conhecimento diante da dúvida radical. Enquanto outros conhecimentos poderiam ser fruto da imaginação, engano ou erro, Descartes afirmava que o próprio ato de duvidar da própria existência servia — no mínimo — como prova da realidade da própria mente; para que haja um pensamento, deve haver uma entidade pensante — neste caso, o eu. Uma crítica ao ditado, sugerida inicialmente por Pierre Gassendi, é que ele pressupõe a existência de um "eu" que deve estar pensando. De acordo com essa linha de crítica, o máximo que Descartes tinha o direito de dizer era que "o pensamento está...
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Rungbachduong (CC BY 3.0) ·