Conflito basco
Conflito armado e político entre Espanha e separatistas bascos em 1959–2011
Nº Q1021158 ★★★
Rara · História
Conflito basco
Conflito armado e político entre Espanha e separatistas bascos em 1959–2011
O conflito basco foi um conflito armado entre a Espanha, a França e o Movimento de Libertação Nacional Basco, um grupo social e político de organizações bascas que buscam a independência da Espanha e da França. O movimento foi construído em torno da organização armada ETA, considerada por alguns como uma organização terrorista, que entre 1959 e 2011 lançou uma campanha de ataques contra a administração espanhola.
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O conflito basco foi um conflito armado entre a Espanha, a França e o Movimento de Libertação Nacional Basco, um grupo social e político de organizações bascas que buscam a independência da Espanha e da França. O movimento foi construído em torno da organização armada ETA, considerada por alguns como uma organização terrorista, que entre 1959 e 2011 lançou uma campanha de ataques contra a administração espanhola. O conflito ocorreu principalmente em solo espanhol, embora em menor grau também esteve presente na França, e foi o mais longo conflito violento na Europa Ocidental; e foi algumas vezes referido como "a mais longa guerra na Europa". O conflito tinha dimensões políticas e militares. Seus participantes incluem políticos e ativistas políticos de ambos os lados, a esquerda abertzale, o governo espanhol e as forças de segurança da Espanha e França, que lutam contra a ETA e outras organizações pequenas, normalmente envolvidas na Kale borroka. Grupos paramilitares de extrema-direita que lutam contra a ETA também foram ativos na década de 1980. Embora o debate sobre a independência do País Basco tenha começado no século XIX, os conflitos armados só começaram quando a ETA foi criada. Desde então, o conflito já resultou na morte de mais de mil pessoas, entre policiais e oficiais de segurança, civis, políticos ou membros da ETA. Houve também milhares de pessoas feridas, dezenas de sequestrados e pelo menos 200 000 pessoas estão no exílio. Em 20 de outubro de 2011, a ETA anunciou um "cessar definitivo de sua atividade armada". O premier espanhol José Luis Rodríguez Zapatero descreveu a decisão como "uma vitória para a democracia, a lei e a razão". Em 2017, o ETA anunciou seu completo desarmamento.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: un usuario de Indymedia Barcelona (CC BY-SA 2.0) ·