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Dogolachan

Imageboard brasileira de extrema-direita

Nº Q116439983 ★★★

Rara · Literatura

Dogolachan

Imageboard brasileira de extrema-direita

Dogolachan foi um imageboard da extrema-direita brasileira. A primeira versão foi criada em 2013 por Marcelo Valle Silveira Mello, preso desde 2018 e posteriormente condenado pela Justiça Federal, com processo judicial transitado e julgado, por diversos crimes como pedofilia, ameaça, racismo, divulgação de vídeos e fotos de pornografia infantil e outros crimes.

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Dogolachan foi um imageboard da extrema-direita brasileira. A primeira versão foi criada em 2013 por Marcelo Valle Silveira Mello, preso desde 2018 e posteriormente condenado pela Justiça Federal, com processo judicial transitado e julgado, por diversos crimes como pedofilia, ameaça, racismo, divulgação de vídeos e fotos de pornografia infantil e outros crimes. Dogolachan foi o epicentro de uma série de ameaças, incluindo a políticos, e alguns desses casos levaram a manifestações na ONU. Um caso notorio foi a professora feminista Lola Aronovich. Ela recebe ameaças desde 2008, quando começou o seu blog, Escreva, Lola, Escreva, mas elas aumentaram substancialmente após entrar em desavenças com Marcelo Mello em 2011, por ter classificado o Massacre de Realengo como feminicídio, e 2013, por ter denunciado o blog racista Sílvio Koerich. As ameaças foram tantas que em 2018 foi sancionada a lei 13.642, ou Lei Lola, proposta por Luizianne Lins, que permite que a Polícia Federal investigue crimes cibernéticos de misoginia em nível interestadual e internacional. Em janeiro de 2019, após renúncia do deputado Jean Wyllys pelas ameaças que vinha sofrendo, o então Ministro da Justiça, Sergio Moro, anunciou a abertura de investigação contra os responsáveis pelo site. Ainda em janeiro, cinco moderadores foram presos na Operação Illuminate, da Polícia Federal. O site foi fechado e passou a operar dentro do Endchan, porém há a possibilidade do site ser uma isca para chamar a atenção de pessoas que queiram monitorar o grupo. A Polícia Federal do Paraná continuou com as investigações e ao final de 2019 o imageboard passou a ser monitorado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. A Delegacia de Assuntos Institucionais, porém, afirma que a polícia não tem condições de realizar o monitoramento adequado e é apenas feito o acompanhamento das pessoas que consomem pornografia infantil. No início...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. ·

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