Dorothy Day

Nº Q150281 ★★★

Rara · Personalidades

Dorothy Day

Dorothy Day (8 de novembro de 1897, Brooklyn – 29 de novembro de 1980, Nova Iorque) foi uma jornalista estadunidense, ativista social, anarquista, que posteriormente se converteu ao catolicismo. Na década de 1930, Day trabalhou junto com seu companheiro, o ativista Peter Maurin, para estabelecer um Movimento dos Trabalhadores Católicos, um movimento não-violento e pacifista que continuasse a combinar ajuda direta aos pobres e desabrigados com ações diretas não violentas em seu favor.

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Dorothy Day (8 de novembro de 1897, Brooklyn – 29 de novembro de 1980, Nova Iorque) foi uma jornalista estadunidense, ativista social, anarquista, que posteriormente se converteu ao catolicismo. Na década de 1930, Day trabalhou junto com seu companheiro, o ativista Peter Maurin, para estabelecer um Movimento dos Trabalhadores Católicos, um movimento não-violento e pacifista que continuasse a combinar ajuda direta aos pobres e desabrigados com ações diretas não violentas em seu favor. Seu pai, John, era um jornalista esportivo de origem irlandesa, e sua mãe, Grace Day Satterlee, era inglesa. Quando criança, mudou-se com a família para São Francisco, mas o terremoto de 1906 causou a perda do emprego de seu pai, e a família se mudou para Chicago, onde seu pai progrediu na carreira e chegou a ser editor-chefe. Dorothy, que na época era da Igreja Episcopal, teve contato com os pobres que habitavam os bairros mais degradados do parte sul da cidade, onde começou a despertar sua preocupação com pobres. Em 1914, recebeu uma bolsa para estudar no Urbana College de Illinois, onde teve oportunidade de estudar escritores como Tolstói, Sinclair Lewis e Piotr Kropotkin, o que aumentou seu senso de justiça social. Em 1916, deixou a faculdade e mudou-se com sua família de volta para Nova Iorque. Entre 1917 e 1921, Dorothy trabalhou como jornalista na publicação marxista "The Call, The Masses, and The Liberator", onde escreveu sobre boicotes, controle da natalidade e movimentos pela paz. Naquela época de sua vida, rejeitava o cristianismo por causa de sua "hipocrisia". Ela se juntou ao "Industrial Workers of the World" e participou círculos intelectuais em Greenwich Village. Em 1918, foi presa por participar de protestos pacifistas e sufragistas, e, depois disso, sentiu a necessidade de se identificar com as pessoas pobres mais diretamente, e passou a atuar como...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Unknown photographer (Public domain) ·

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