Dulce Figueiredo

31.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil

Dulce Maria de Castro Figueiredo GCIH (Rio de Janeiro, 11 de maio de 1923 — Rio de Janeiro, 6 de junho de 2011) foi a primeira-dama do país entre 15 de março de 1979 e 15 de março de 1985, durante a presidência de seu marido, o general João Figueiredo, 30.º presidente do Brasil e o último presidente do período da ditadura militar brasileira. Embora não tenha assumido a presidência da Legião Brasileira de Assistência (LBA), como fizeram algumas de suas antecessoras, Dulce exerceu a presidência de honra do Programa Nacional do Voluntariado (PRONA...

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Dulce Figueiredo

31.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil

Dulce Maria de Castro Figueiredo GCIH (Rio de Janeiro, 11 de maio de 1923 — Rio de Janeiro, 6 de junho de 2011) foi a primeira-dama do país entre 15 de março de 1979 e 15 de março de 1985, durante a presidência de seu marido, o general João Figueiredo, 30.º presidente do Brasil e o último presidente do período da ditadura militar brasileira. Embora não tenha assumido a presidência da Legião Brasileira de Assistência (LBA), como fizeram algumas de suas antecessoras, Dulce exerceu a presidência de honra do Programa Nacional do Voluntariado (PRONA...

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Dulce Maria de Castro Figueiredo GCIH (Rio de Janeiro, 11 de maio de 1923 — Rio de Janeiro, 6 de junho de 2011) foi a primeira-dama do país entre 15 de março de 1979 e 15 de março de 1985, durante a presidência de seu marido, o general João Figueiredo, 30.º presidente do Brasil e o último presidente do período da ditadura militar brasileira. Embora não tenha assumido a presidência da Legião Brasileira de Assistência (LBA), como fizeram algumas de suas antecessoras, Dulce exerceu a presidência de honra do Programa Nacional do Voluntariado (PRONAV) de 1979 a 1985. Nessa função, participou da articulação de uma rede formada pela LBA, pelas administrações estaduais e municipais e pelas esposas dos governadores, que passaram a atuar como coordenadoras estaduais do programa. As iniciativas vinculadas ao PRONAV incluíam campanhas de registro civil, vacinação, educação sanitária, implantação de creches e qualificação ocupacional. Sua atuação combinou compromissos protocolares, campanhas assistenciais e a promoção de eventos culturais e beneficentes. Estudos históricos classificam esse modelo como uma modalidade de “primeiro-damismo estratégico”, alinhada à administração federal, mas também destacam seus limites assistencialistas e voluntaristas, em uma época anterior ao reconhecimento da assistência social como direito constitucional.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: UnknownUnknown (Public domain) ·

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