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Efã
Oque e a morte
A nação efon (ou, mais raramente, nação efã) é uma nação de candomblé de origem nagô (iorubá). Como nas demais nações de origem iorubana (Queto, ijexá e Nagô-Vodum), a nação efon cultua as divindades africanas chamadas orixás.
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A nação efon (ou, mais raramente, nação efã) é uma nação de candomblé de origem nagô (iorubá). Como nas demais nações de origem iorubana (Queto, ijexá e Nagô-Vodum), a nação efon cultua as divindades africanas chamadas orixás. Um dos vários aspectos que distingue essa nação das suas irmãs é o culto ao orixá Oloroquê, um orixá funfum masculino considerado patrono da nação juntamente com Oxum. A nação efon remonta ao antigo Reino de Efon, um pequeno reino iorubá (do subgrupo equiti) que atualmente é a cidade de Efon-Alaaye, Estado de Ekiti, Nigéria. Dessa região chegaram a Salvador, no século XIX, dois africanos escravizados: José Firmino dos Santos, apelidado “Tio Firmo”, cujo nome em nagô era Babá Irufá (no culto de Ifá) ou Oxum Tadê (no culto de Oxum), iniciado no culto dos orixás Orunmilá e Oxum; e Maria Bernarda da Paixão, apelidada “Maria Violão” pela atraente forma de sua cintura, chamada em nagô de Adebolu, iniciada para o orixá Oloroquê. Foram Tio Firmo e Maria Violão que fundaram o Terreiro do Oloroquê no Bairro Engenho Velho de Brotas (Salvador-BA), em 1901, a matriz da qual descendem todas as casas de efon. Hoje, ambos são considerados fundadores da nação efon e seus orixás (Oxum e Oloroquê, respectivamente) são os patronos da nação. Tio Firmo foi o primeiro babalorixá da Casa do Oloroquê e manteve-se no posto até 1909, quando faleceu. Maria Violão assumiu o cargo de ialorixá daquela data até sua morte, em 1945, quando foi sucedida por Matilde de Jagum. Após a morte de Matilde de Jagum, em 1970, Cristóvão de Ogunjá assumiu o posto até 1985.
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