Comum · História
Escarotomia
Escarotomia é um procedimento cirúrgico utilizado para remover tecidos duros e desvitalizados (escaras), por exemplo uma queimaduras graves ou associados a uma úlcera de pressão. Em queimaduras de terceiro grau toda a pele é carbonizada: epiderme, nervos, glândulas sudoríparas, pelos, músculo, vasos sanguíneos, gordura subcutânea e fibras.
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Escarotomia é um procedimento cirúrgico utilizado para remover tecidos duros e desvitalizados (escaras), por exemplo uma queimaduras graves ou associados a uma úlcera de pressão. Em queimaduras de terceiro grau toda a pele é carbonizada: epiderme, nervos, glândulas sudoríparas, pelos, músculo, vasos sanguíneos, gordura subcutânea e fibras. Quando os tecidos subjacentes a escara são reidratados, tornam-se comprimidos pela perda de elasticidade, levando a uma deficiência de circulação distal à ferida. A escarotomia pode ser realizado como uma medida profilática, para liberar a pressão, facilitar a circulação e evitar uma síndrome de compartimento. Não é necessário anestesia. Remover tecido morto não dói, pois as terminações nervosas sensitivas foram destruídas. Uma escarotomia é realizada em cinco passos: Colocar luvas descartáveis, limpar o local com um antisséptico (como iodopovidona) e cobrir ; Através de uma incisão longitudinal com bisturi através da escara para expor o tecido adiposo remanescente. Devido à pressão residual, a incisão muitas vezes aumenta substancialmente; Controlar o sangrado com compressas. Pode-se aplicar adrenalina tópica; Ampliar a incisão 1cm distalmente e proximalmente a extensão da escara. Remover todo tecido necrótico; Cobrir a superfície sana com tecidos assépticos. Esse tecido exposto torna o paciente vulnerável a desidratação, infecção e hipotermia.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: MillaAndriana08 (CC BY-SA 4.0) ·