Esqueletão
Prédio abandonado em Porto Alegre
O Edifício Galeria XV de Novembro, mais conhecido como Esqueletão, foi um edifício abandonado de 19 andares na cidade de Porto Alegre, localizado na Rua Marechal Floriano Peixoto, no Centro Histórico da cidade. A obra iniciou-se na década de 1950 sob responsabilidade da Sociedade Brasileira de Construção, mas foi abandonada após a falência da empresa em 1959, deixando exposta uma estrutura de concreto e tijolos inacabada.
Nº Q131920892 ★★★
Rara · Arquitetura
Esqueletão
Prédio abandonado em Porto Alegre
O Edifício Galeria XV de Novembro, mais conhecido como Esqueletão, foi um edifício abandonado de 19 andares na cidade de Porto Alegre, localizado na Rua Marechal Floriano Peixoto, no Centro Histórico da cidade. A obra iniciou-se na década de 1950 sob responsabilidade da Sociedade Brasileira de Construção, mas foi abandonada após a falência da empresa em 1959, deixando exposta uma estrutura de concreto e tijolos inacabada.
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O Edifício Galeria XV de Novembro, mais conhecido como Esqueletão, foi um edifício abandonado de 19 andares na cidade de Porto Alegre, localizado na Rua Marechal Floriano Peixoto, no Centro Histórico da cidade. A obra iniciou-se na década de 1950 sob responsabilidade da Sociedade Brasileira de Construção, mas foi abandonada após a falência da empresa em 1959, deixando exposta uma estrutura de concreto e tijolos inacabada. Ao longo das décadas, tornou-se um símbolo do abandono urbano na cidade e ficou conhecido por apelidos como "QG do crime" e "Beco do Mijo". Apesar das condições precárias e do risco de desmoronamento, o prédio foi invadido por dezenas de pessoas e serviu irregularmente para moradia até 2021, quando a prefeitura conseguiu concluir a desocupação após longos processos judiciais. A estrutura permaneceu interditada e sofreu diversos atos de vandalismo, dificultando qualquer tentativa de aproveitamento. O edifício foi condenado por um laudo técnico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que atestou o comprometimento das estruturas devido à falta de manutenção ao longo dos anos, causada pelo abandono. As obras da sua demolição começaram em 2024, com etapas realizadas manual e mecanicamente para evitar riscos ao entorno, após o cancelamento da implosão previamente planejada. Após alguns adiamentos, o processo foi finalmente concluído em setembro de 2025, o que resultou na retirada de mais de quatro mil toneladas de entulho e um custo aproximado de 3,79 milhões de reais aos cofres públicos. O destino do terreno baldio ainda depende de decisões judiciais.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Alex Rocha/PMPA (Attribution) ·