Eutífron

Nº Q648889 ★★★

Rara · Literatura

Eutífron

Eutífron ou Eutifrão (em grego clássico: Εὐθύφρων; romaniz.: Euthuphrōn) é um dos primeiros diálogos de Platão, datando de cerca de 399 a.C. Ele apresenta o filósofo grego Sócrates e Eutífron, conhecido como sendo um esperto religioso. Eles tentam estabelecer uma definição para piedade sem chegar a um consenso, ou seja, trata-se de um diálogo aporético.

Último preço

—

Preço mínimo

—

Mediana 7 d

—

Vendas 30 d

0

Faixa 30 d

—

Em circulação

0

Cotação

Ver tabela
Datamediana MínMáxvendas

Histórico de vendas

Última venda
—
Média 30 d
—
Mínima 30 d
—
Máxima 30 d
—
Vendas 7 d
0
Vendas 30 d
0

Ainda sem vendas.

Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.

№ Edições numeradas · 0 cunhadas Próximo n.º 1 · Pontos ×3
Na Wikipédia

Eutífron ou Eutifrão (em grego clássico: Εὐθύφρων; romaniz.: Euthuphrōn) é um dos primeiros diálogos de Platão, datando de cerca de 399 a.C. Ele apresenta o filósofo grego Sócrates e Eutífron, conhecido como sendo um esperto religioso. Eles tentam estabelecer uma definição para piedade sem chegar a um consenso, ou seja, trata-se de um diálogo aporético. Eutífron conta a Sócrates que processou seu pai em razão de um homicídio. Ele está convencido em ter o direito ao seu lado e de agir piamente. Sócrates toma esta situação incomum como oportunidade para induzir Eutífron a um diálogo filosófico sobre a piedade. Eles tentam conjuntamente definir a piedade. Ao fazê-lo, são expostos a um aspecto essencial do tema, que é formulado nesta obra pela primeira vez e, em razão disso, é conhecido até hoje, tanto na Filosofia quanto na Teologia como o Dilema de Eutífron. Trata-se de saber se (a) aquilo que é correto moralmente deriva sua correção por corresponder à vontade de um Deus, que põe todas as normas; ou (b) se aquilo que é moralmente correto tem essa característica em si e, por isso, é desejada pela divindade. A significância da pergunta pode ser observada nas profundas consequências éticas e teológicas que surgem da sua resposta. Para ambos os interlocutores, porém, esta questão não é um problema, pois ambos concordam no fato de o moralmente correto portar tal característica em si e, assim, agradar a Deus. Refutam, portanto, a tese de que a correspondência de um comportamento à vontade de Deus é o que torna tal comportamento correto. Os interlocutores não logram definir satisfatoriamente a piedade e sua relação com a Justiça. O diálogo, portanto, conduz a uma aporia, isto é, a um dilema aparentemente sem solução. Eutífron desiste e interrompe o diálogo.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Platon; Henricus Stephanus (Public domain) ·

Cartas próximas

Confirmação