Giovanni Gentile

Filósofo e político fascista

Giovanni Gentile (Castelvetrano, 29 de maio de 1875 — Florença, 15 de abril de 1944) foi um filósofo, político e educador italiano. Foi uma figura de destaque do fascismo italiano e, juntamente com Benedetto Croce, um dos maiores expoentes do neoidealismo filosófico.

Nº Q312295 ★★★★★

Ultra rara · Personalidades

Giovanni Gentile

Filósofo e político fascista

Giovanni Gentile (Castelvetrano, 29 de maio de 1875 — Florença, 15 de abril de 1944) foi um filósofo, político e educador italiano. Foi uma figura de destaque do fascismo italiano e, juntamente com Benedetto Croce, um dos maiores expoentes do neoidealismo filosófico.

Último preço

—

Preço mínimo

—

Mediana 7 d

—

Vendas 30 d

0

Faixa 30 d

—

Em circulação

0

Cotação

Ver tabela
Datamediana MínMáxvendas

Histórico de vendas

Última venda
—
Média 30 d
—
Mínima 30 d
—
Máxima 30 d
—
Vendas 7 d
0
Vendas 30 d
0

Ainda sem vendas.

Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.

№ Edições numeradas · 0 cunhadas Próximo n.º 1 · Pontos ×3
Na Wikipédia

Giovanni Gentile (Castelvetrano, 29 de maio de 1875 — Florença, 15 de abril de 1944) foi um filósofo, político e educador italiano. Foi uma figura de destaque do fascismo italiano e, juntamente com Benedetto Croce, um dos maiores expoentes do neoidealismo filosófico. Realizou uma série de reformas, sociais-pedagógicas e autoritárias, em seu governo como ministro da educação no período da Itália Fascista. Junto com Benedetto Croce foi um dos maiores expoentes do neo-idealismo filosófico e do idealismo italiano, além de importante protagonista da cultura italiana na primeira metade do século XX, cofundador do Instituto da Enciclopédia Italiana e, como ministro, criador, em 1923, da reforma da educação pública conhecida como Reforma de Gentile. A sua filosofia chama-se "atualismo", e tem sido descrita como "o extremo subjetivo da tradição idealista". Autointitulado "filósofo do fascismo", ele foi influente em fornecer uma base intelectual para o fascismo italiano, e escreveu sob pseudônimo parte de A Doutrina do Fascismo (1932) com Benito Mussolini. No entanto, Gentile também expressou críticas e descontentamento em relação a alguns aspectos do próprio fascismo. Uma das críticas de Gentile ao fascismo estava relacionada à sua visão de um Estado totalitário, onde ele acreditava que o Estado deveria controlar todos os aspectos da vida. No entanto, ele discordava em alguns pontos práticos com Benito Mussolini, líder do regime fascista italiano, especialmente em relação à ênfase no individualismo e à implementação de políticas anti-intelectuais. Apesar dessas críticas, Gentile permaneceu um defensor fundamental do fascismo e, em última análise, suas ideias ajudaram a moldar a base intelectual desse movimento. Suas críticas não eram uma rejeição fundamental do fascismo, mas sim reflexões sobre a implementação específica desse sistema. Durante a Segunda Guerra Mundial, após sua adesão à República Social Italiana, ele foi morto por partidários do Grupo de Ação Patriótica da Itália.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Unknown authorUnknown author (Public domain) ·

Cartas próximas

Ver a ficha

Confirmação