Henry Van de Velde

Professor académico alemão

Henry Van de Velde foi um arquitecto, designer e pintor ligado ao movimento estético conhecido como art nouveau. Nasceu em 3 de Abril de 1863 em Antuérpia (Bélgica) e faleceu em 15 de Outubro de 1957 em Oberägeri (Suíça).

Nº Q154083 ★★★★

Super rara · Personalidades

Henry Van de Velde

Professor académico alemão

Henry Van de Velde foi um arquitecto, designer e pintor ligado ao movimento estético conhecido como art nouveau. Nasceu em 3 de Abril de 1863 em Antuérpia (Bélgica) e faleceu em 15 de Outubro de 1957 em Oberägeri (Suíça).

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Henry Van de Velde foi um arquitecto, designer e pintor ligado ao movimento estético conhecido como art nouveau. Nasceu em 3 de Abril de 1863 em Antuérpia (Bélgica) e faleceu em 15 de Outubro de 1957 em Oberägeri (Suíça). É considerado um dos principais representantes da Art nouveau belga e também um dos principais actores do movimento modernista. Henry Van de Velde estudou pintura em Paris, na França, e é adepto do estilo neo-impressionista, tornando-se em 1889 membro de um grupo de artistas em Bruxelas. Em 1892 abandona a pintura e direciona sua arte para a decoração e arquitetura, sendo considerado uma das pessoas que servem de inspiração para o movimento Arts & Crafts. Responsável pela Escola de Artes e Ofícios, junta-se com alguns outros arquitetos e funda a tão conhecida Staatliches Bauhaus (Casa Estatal de Construção), com sede em um edifício construído por ele mesmo. Van de Velde dá continuidade aos princípios de Morris ao procurar a funcionalidade e a simplicidade. Defende que acima do gosto decorativo está a funcionalidade, aceitando a decoração que não a prejudique. Assim, se um objecto é para ser útil deve transmitir a sua funcionalidade e igualmente seduzir o utilizador com as suas formas. A decoração e a construção fazem parte de um todo. Reconhece a importância da união da arte e da indústria; no entanto, suas criações estavam longe de serem produzidas pela máquina. Para ele o artista deveria ser um criador livre e espontâneo, e não sujeito às exigências do comercialismo nem de uma produção em série. As suas teorias ficaram como pilares para que a geração seguinte viesse a amadurecê-las e a encontrar o equilíbrio entre criatividade, estética e produção seriada. Quando deixa a Alemanha, indica seu sucessor: Walter Gropius.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Hugo Erfurth (Public domain) ·

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