I Ching

Livro de filosofia chinesa

Nº Q181937 ★★★★★★

Lendária · Literatura

I Ching

Livro de filosofia chinesa

O I Ching ou Yi Jing (chinês: 易經; pinyin: Yìjīng, Mandarin pronunciation: [î tɕíŋ] ()), geralmente traduzido como Livro das Mutações ou Clássico das Mutações, é um texto clássico chinês composto de várias camadas sobrepostas ao longo do tempo é considerado um dos mais antigos e importantes livros de filosofia chinesa que chegaram até nossos dias. Originalmente um manual de adivinhação durante a Dinastia Zhou Ocidental (1000–750 AEC), foi transformado, ao longo do período dos Estados Combatentes e o início do período imperial (500–200 AEC), nu...

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O I Ching ou Yi Jing (chinês: 易經; pinyin: Yìjīng, Mandarin pronunciation: [î tɕíŋ] ()), geralmente traduzido como Livro das Mutações ou Clássico das Mutações, é um texto clássico chinês composto de várias camadas sobrepostas ao longo do tempo é considerado um dos mais antigos e importantes livros de filosofia chinesa que chegaram até nossos dias. Originalmente um manual de adivinhação durante a Dinastia Zhou Ocidental (1000–750 AEC), foi transformado, ao longo do período dos Estados Combatentes e o início do período imperial (500–200 AEC), num texto cosmológico com uma série de comentários filosóficos conhecida como as "Dez Asas", (十翼 shí yì). Depois de se tornar parte dos cinco clássicos no século II AEC, o I Ching foi objeto de comentários de estudiosos e a base para a prática de adivinhação por séculos no Oriente, tendo também um papel influente no entendimento do pensamento oriental pelo Ocidente. O "I Ching" pode ser compreendido e estudado tanto como um oráculo quanto como um livro de sabedoria. Na própria China, é alvo de estudo diferenciado realizado por religiosos, eruditos e praticantes da filosofia de vida taoista. O "I Ching", é simultaneamente um dos sistemas divinatórios e de significação mais complexos e elaborados que alguma vez existiram. A complexidade semiótica do sistema é em tudo superior à de sistemas como as runas nórdicas ou o tarot. Tal como os demais sistemas divinatórios, o "I Ching" pode ser utilizado como ferramenta para definir conteúdos de qualquer estrutura semiótica, seja à luz da psicanálise da alquimia psíquica, por exemplo, quanto a análise literária, a composição musical, o cinema e toda uma gama de outras práticas trans-disciplinares.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Song era print artist (Public domain) ·

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