Iris Murdoch

Escritora e filósofa irlandesa

Nº Q217495 ★★★

Rara · Personalidades

Iris Murdoch

Escritora e filósofa irlandesa

Jean Iris Murdoch (Dublin, 15 de julho de 1919 - Oxford, 8 de fevereiro de 1999) foi uma escritora e filósofa irlandesa. Frequentou escolas progressistas, primeiramente a Froebel Demonstration School e depois a Badminton School, em Bristol.

Último preço

—

Preço mínimo

—

Mediana 7 d

—

Vendas 30 d

0

Faixa 30 d

—

Em circulação

0

Cotação

Ver tabela
Datamediana MínMáxvendas

Histórico de vendas

Última venda
—
Média 30 d
—
Mínima 30 d
—
Máxima 30 d
—
Vendas 7 d
0
Vendas 30 d
0

Ainda sem vendas.

Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.

№ Edições numeradas · 0 cunhadas Próximo n.º 1 · Pontos ×3
Na Wikipédia

Jean Iris Murdoch (Dublin, 15 de julho de 1919 - Oxford, 8 de fevereiro de 1999) foi uma escritora e filósofa irlandesa. Frequentou escolas progressistas, primeiramente a Froebel Demonstration School e depois a Badminton School, em Bristol. Estudou Literaturas Clássicas, História Antiga e Filosofia na Somerville College, tendo efectuado uma pós-graduação também em Filosofia. Foi membro activo do Partido Comunista até se distanciar da ideologia; trabalhou na U.N.N.R.A. e deu aulas no Royal College of Art. A partir de 1963 dedicou-se à escrita, tendo produzido 26 romances em 40 anos, os últimos escritos já enquanto sofria de Alzheimer. Em 1956 casou-se com John Bayley, crítico e professor. Faleceu a 8 de Fevereiro de 1999 em Oxford. Em 2008, o The Times nomeou-a na sua lista dos "50 maiores escritores britânicos desde 1945". A sua história está retratada num filme de Richard Eyre intitulado Iris (2001), protagonizado por Kate Winslet e Judi Dench. Em uma de suas obras mais conhecidas, A Soberania do Bem, ela aborda o conceito platônico de Ideia do Bem na psicanálise como necessário à moralidade e ao desenvolvimento da alma. Ele critica os existencialistas com um caráter "demoníaco" (relativo à potência do conceito grego daemon) insuficiente, pois afirma que o bem é real, e que só os “corrompidos pela filosofia” não acreditam que ele é real, e define sua filosofia como “naturalismo inclusivo não dogmático”. Em todas as obras dela o embate com os filósofos pode ser observado, tendo como inimigo o caráter fatalista que o pensamento existencialista desencadeou. Considerava a arte importantíssima, já que ela se opõe ao egoísmo e revela o real e o verdadeiro.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: David Kernan (CC BY-SA 4.0) ·

Cartas próximas

Confirmação