Jean Hyppolite

Filósofo francês

Jean Hyppolite (Jonzac, 8 de janeiro de 1907 — Paris, 26 de outubro de 1968) foi um filósofo francês que se notabilizou por seus trabalhos sobre Hegel e outros filósofos alemães, além de ter sido mestre de alguns dos mais proeminentes pensadores franceses do pós-guerra. Graduou-se pela École Normale Supérieure, que freqüentou aproximadamente à mesma época que Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Raymond Aron.

Nº Q540407 ★★

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Jean Hyppolite

Filósofo francês

Jean Hyppolite (Jonzac, 8 de janeiro de 1907 — Paris, 26 de outubro de 1968) foi um filósofo francês que se notabilizou por seus trabalhos sobre Hegel e outros filósofos alemães, além de ter sido mestre de alguns dos mais proeminentes pensadores franceses do pós-guerra. Graduou-se pela École Normale Supérieure, que freqüentou aproximadamente à mesma época que Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Raymond Aron.

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Jean Hyppolite (Jonzac, 8 de janeiro de 1907 — Paris, 26 de outubro de 1968) foi um filósofo francês que se notabilizou por seus trabalhos sobre Hegel e outros filósofos alemães, além de ter sido mestre de alguns dos mais proeminentes pensadores franceses do pós-guerra. Graduou-se pela École Normale Supérieure, que freqüentou aproximadamente à mesma época que Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Raymond Aron. Assistiu ao famoso curso de Kojève sobre a Fenomenologia do Espírito, de Hegel, na EHESS, e considerava Maurice Merleau-Ponty "como um irmão". Foi professor de Gilles Deleuze e de Michel Foucault no Liceu Henri-IV, no curso preparatório para o ingresso na École Normale Supérieure. Grande historiador da Filosofia, escreveu sobre Karl Marx e Hegel. Fundou, em 1953, a coleção literária Épiméthée (PUF), em que editou traduções de filósofos alemães como Hegel, Feuerbach, Husserl, Scheler e Heidegger. Publicou, em 1939, a primeira tradução francesa da Fenomenologia do Espírito. Após a guerra, tornou-se professor da Universidade de Estrasburgo, onde escreveu a Gênese e estrutura da Fenomenologia do Espírito (1947), contribuição essencial para o entendimento da obra hegeliana. Em 1949, Hyppolite transferiu-se para a Sorbonne. Em 1952, publicou Logique et existence, um trabalho fundamental para aquilo que se tornou conhecido como Pós-modernismo. O livro procura correlacionar a Fenomenologia de Hegel e sua Lógica . Desta forma, surgem as questões da linguagem, ser e diferença que se tornariam marcas da nova filosofia francesa, no fim do século XX. A resenha de Gilles Deleuze sobre o livro é uma boa indicação de sua importância e centralidade. Marx et Hegel é outro dos seus importantes trabalhos. Em 1954, tornou-se diretor da École Normale Supérieure e, em 1955, produziu um estudo sobre o jovem Marx - a fase mais hegeliana do filósofo de Trier. Em 1963 Hyppolite foi eleito para o Collège...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Pep.per de Ré (CC BY 3.0) ·

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