Kitty Genovese

Mulher estadunidense que foi esfaqueada até a morte próximo de sua casa em Kew Gardens

Nº Q238128 ★★★

Rara · Personalidades

Kitty Genovese

Mulher estadunidense que foi esfaqueada até a morte próximo de sua casa em Kew Gardens

Catherine Susan Genovese, mais conhecida como Kitty Genovese (Nova Iorque, 7 de julho de 1935 — 13 de março de 1964, Nova Iorque) foi uma mulher estadunidense que foi esfaqueada até a morte próximo de sua casa em Kew Gardens, no Queens, Nova York, onde vivia com a sua companheira. O autor do assassinato foi preso dias depois.

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Catherine Susan Genovese, mais conhecida como Kitty Genovese (Nova Iorque, 7 de julho de 1935 — 13 de março de 1964, Nova Iorque) foi uma mulher estadunidense que foi esfaqueada até a morte próximo de sua casa em Kew Gardens, no Queens, Nova York, onde vivia com a sua companheira. O autor do assassinato foi preso dias depois. Chamava-se Winston Moseley, tinha 29 anos, era casado e pai de três filhos. Durante o interrogatório, confessou este crime e outros dois assassinatos e violações, além de mais de quarenta assaltos. Os exames psiquiátricos concluíram que era necrófilo. O caso ficou conhecido várias semanas depois, quando o jornal New York Times publicou um artigo com o título: “37 pessoas viram um assassinato e não chamaram a polícia”. Embora a publicação tenha exagerado tanto no número de testemunhas como na sua inação, o artigo escandalizou o público norte-americano, sobretudo as palavras de um vizinho, que disse não ter contactado as autoridades porque não se queria envolver. A dupla de psicólogos John M. Darley e Bibb Latané decidiu aprofundar esta situação e, num estudo publicado em 1968, concluíram que quantas mais pessoas testemunham uma emergência, menos provável é que uma delas ajude a vítima. No caso de uma testemunha, a probabilidade é de 85%; se forem três, baixa para 31%. Outra importante consequência deste assassinato foi a criação, por parte da empresa AT&T, da linha 911. A necessidade de ter um número assim só ficou mais evidente quando uma das testemunhas afirmou não ter chamado a polícia por não saber como fazê-lo. Quanto a Moseley, foi inicialmente condenado à morte, mas o veredito foi posteriormente alterado para prisão perpétua. Morreu na prisão, em 2016. As circunstâncias de sua morte e a aparente reação (ou falta de reação) dos vizinhos dela foram relatados num artigo...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: New York Police Department (Public domain) ·

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