Lev Shestov

Lev Isaakovich Shestov (Russo: Лев Исаакович Шестов), nascido Yehuda Leyb Schwarzmann (Russo: Иегуда Лейб Шварцман) (Kiev, 31 de janeiro jul./ 12 de fevereiro de 1866 greg. – Paris, 20 de novembro de 1938), foi um filósofo existencialista russo. Nascido em 1866, mudou-se para a França em 1921, fugindo da Revolução de Outubro.

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Lev Shestov

Lev Isaakovich Shestov (Russo: Лев Исаакович Шестов), nascido Yehuda Leyb Schwarzmann (Russo: Иегуда Лейб Шварцман) (Kiev, 31 de janeiro jul./ 12 de fevereiro de 1866 greg. – Paris, 20 de novembro de 1938), foi um filósofo existencialista russo. Nascido em 1866, mudou-se para a França em 1921, fugindo da Revolução de Outubro.

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Lev Isaakovich Shestov (Russo: Лев Исаакович Шестов), nascido Yehuda Leyb Schwarzmann (Russo: Иегуда Лейб Шварцман) (Kiev, 31 de janeiro jul./ 12 de fevereiro de 1866 greg. – Paris, 20 de novembro de 1938), foi um filósofo existencialista russo. Nascido em 1866, mudou-se para a França em 1921, fugindo da Revolução de Outubro. Viveu em Paris até morrer, em 19 de novembro de 1938. Albert Camus (1913-1960), em sua obra "Le Mythe de Sisyphe" (O Mito de Sísifo), inicia com uma crítica negativa ao existencialismo. O filósofo defendia que os existencialistas reconhecem inicialmente que esta vida é absurda e sem sentido, mas, em seguida, dão um "salto existencial" ou um "salto de fé" e atribuem um significado fabricado à sua existência, muitas vezes divinizando o absurdo — o "suicídio filosófico", segundo Camus. Por exemplo, ele escreve sobre Shestov: "(Quando) Shestov descobre a absurdidade fundamental de toda a existência, ele não diz "Isso é um absurdo", mas sim "Isto é Deus". Assim como Kierkegaard: “Kierkegaard também dá o salto. O fato de sua infância ter sido tão assustada pelo cristianismo faz com que ele finalmente retorne ao seu aspecto mais áspero. Para ele também, antinomia e paradoxo se tornaram os critérios do religioso".

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Unknown authorUnknown author (Public domain) ·

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