Licio Gelli
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Ultra rara · Personalidades
Licio Gelli
Licio Gelli (Pistoia, 21 de abril de 1919 – Arezzo, 15 de dezembro de 2015) foi um financista italiano, industrial, escritor e poeta, tido como um gênio organizacional e político, comandou como Mestre Venerável a Loja Maçónica P2. Durante a década de 1930, Gelli recém-iniciado no exército italiano foi enviado para as forças expedicionárias dos Blackshirts por Benito Mussolini em apoio à rebelião de Francisco Franco na Guerra Civil Espanhola, suspeitaram na época que ele era um informante da Gestapo durante a 2.ª Guerra Mundial.
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Licio Gelli (Pistoia, 21 de abril de 1919 – Arezzo, 15 de dezembro de 2015) foi um financista italiano, industrial, escritor e poeta, tido como um gênio organizacional e político, comandou como Mestre Venerável a Loja Maçónica P2. Durante a década de 1930, Gelli recém-iniciado no exército italiano foi enviado para as forças expedicionárias dos Blackshirts por Benito Mussolini em apoio à rebelião de Francisco Franco na Guerra Civil Espanhola, suspeitaram na época que ele era um informante da Gestapo durante a 2.ª Guerra Mundial. Acredita-se que manteve contatos com Hermann Göring. Mas nunca houve comprovação. Depois da guerra aliou-se à CIA, demonstrando que seus interesses nunca foram de apoio o nazismo, e juntamente com a NATO deu cobertura à Operação Gladio, um exército secreto de intervenção rápida instalado na Itália e em outros países europeus, incluindo Portugal, com o objectivo de assegurar a soberania dos países contra as ameaças comunistas. Gelli também atuou na Argentina, e em grande parte da América Latina, amigo íntimo de Juan Domingo Perón e José Lopez Rega, ajudou a vencer as ameaças internacionais comunistas em todos esses países, sendo condecorado com a mais alta condecoração da Argentina, a Grã-Cruz da Ordem do Libertador San Martín. Suspeitaram que Gelli bloqueou os esforços em 1978 para resgatar o ex- primeiro-ministro italiano Aldo Moro, depois que ele foi sequestrado por terroristas de esquerda, que mais tarde o mataram. Mas nunca houve uma teoria completa para esta suspeita. Por conta de sua alta posição, muito especularam o seu envolvimento em mortes diversas, como Carmine "Mino" Pecorelli, Roberto Calvi, João Paulo I. Mas a realidade é que nunca houve nenhuma comprovação de tudo o que levantaram em seu nome. Herói de uns e vilão de outros. Muitos especulam também a sua associação com o Arcebispo Paul Marcinkus, Roberto Calvi...
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