Marcelino da Mata

Militar português (1940-2021)

Marcelino da Mata CvTE • 5 MPCG • MOCP • 2 MPFDC • MCC (Ponte Nova, Bula, Guiné, 7 de maio de 1940 ― Amadora, Portugal, 11 de fevereiro de 2021), da etnia papel, foi um Tenente-Coronel Comando do Exército Português, notório por ser o militar português mais condecorado de sempre. Foi um dos fundadores e principais operacionais dos Comandos.

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Marcelino da Mata

Militar português (1940-2021)

Marcelino da Mata CvTE • 5 MPCG • MOCP • 2 MPFDC • MCC (Ponte Nova, Bula, Guiné, 7 de maio de 1940 ― Amadora, Portugal, 11 de fevereiro de 2021), da etnia papel, foi um Tenente-Coronel Comando do Exército Português, notório por ser o militar português mais condecorado de sempre. Foi um dos fundadores e principais operacionais dos Comandos.

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Marcelino da Mata CvTE • 5 MPCG • MOCP • 2 MPFDC • MCC (Ponte Nova, Bula, Guiné, 7 de maio de 1940 ― Amadora, Portugal, 11 de fevereiro de 2021), da etnia papel, foi um Tenente-Coronel Comando do Exército Português, notório por ser o militar português mais condecorado de sempre. Foi um dos fundadores e principais operacionais dos Comandos. Participou em 2412 operações militares durante 11 anos na Guerra Colonial, no teatro militar da Guiné, tendo sido o militar mais condecorado da História do Exército Português, com a maioria das condecorações a deverem-se a feitos heróicos em campanha. Entre as suas principais condecorações contam-se a Ordem Militar da Torre e Espada e 5 Cruzes de Guerra. Tendo nascido na Guiné Portuguesa⁣ mas lutado contra o PAIGC, com inovadoras técnicas de guerrilha, foi amplamente considerado como herói em Portugal e traidor no país que surgiria da Guiné Portuguesa. No entanto, foi uma figura controversa que "nunca vai gerar consensos", como reportagens no DN, Expresso e Sábado afirmam. Reconhecendo o seu heroísmo como combatente, os seus críticos denunciam o seu papel desempenhado num regime ditatorial e colonialista e particularmente os crimes de guerra cometidos. Faleceu na Amadora em 11 de fevereiro de 2021, vítima de COVID-19. O seu funeral foi presidido por D. Rui Valério, Bispo das Forças Armadas e contou com a presença do Presidente da República e dos Generais Chefes do Estado Maior das Forças Armadas e do Exército.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Unknown authorUnknown author (Public domain) ·

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