Marcelo Queiroga

Médico brasileiro, 50º ministro da Saúde do Brasil

Nº Q105969706 ★★★

Rara · Personalidades

Marcelo Queiroga

Médico brasileiro, 50º ministro da Saúde do Brasil

Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes (João Pessoa, 4 de dezembro de 1965) é um médico cardiologista brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Foi ministro da Saúde do Brasil de 23 de março de 2021 a 1 de janeiro de 2023, durante o governo Jair Bolsonaro.

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Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes (João Pessoa, 4 de dezembro de 1965) é um médico cardiologista brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Foi ministro da Saúde do Brasil de 23 de março de 2021 a 1 de janeiro de 2023, durante o governo Jair Bolsonaro. Associado nacionalmente à área da saúde pública e à gestão governamental durante a pandemia de COVID-19. Tornou-se figura de projeção nacional ao presidir a Sociedade Brasileira de Cardiologia e, posteriormente, ao ocupar o cargo de ministro da Saúde do Brasil entre março de 2021 e dezembro de 2022, no governo de Jair Bolsonaro. Sua passagem pelo ministério ocorreu em um dos períodos mais críticos da crise sanitária no país, marcado por alta mortalidade, pressão sobre o Sistema Único de Saúde e intensos debates sobre vacinação, coordenação federativa e políticas de enfrentamento da pandemia. Antes de ingressar no primeiro escalão do governo federal, sua atuação estava vinculada sobretudo à cardiologia e às entidades representativas da categoria médica. Com sua nomeação para o Ministério da Saúde, passou a ocupar posição central no debate político e sanitário brasileiro, em um contexto no qual a função ministerial exigia simultaneamente coordenação técnica, interlocução com estados e municípios e resposta a um ambiente de elevada polarização política. No desenho institucional brasileiro, o ministro da Saúde exerce papel decisivo na formulação de diretrizes nacionais, no financiamento das políticas de saúde e na articulação do SUS com os entes subnacionais. Esse aspecto é particularmente relevante para a compreensão da atuação de Queiroga, uma vez que sua gestão se deu num momento em que o sistema precisava responder, em escala nacional, a uma emergência de saúde pública sem precedentes recentes.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Senado Federal (CC BY 2.0) ·

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