Moses Hess

Filósofo judeu alemão

Nº Q213565 ★★★★

Super rara · Personalidades

Moses Hess

Filósofo judeu alemão

Moses Hess (Bonn, 21 de junho de 1812 - Paris, 6 de abril de 1875) foi um precursor do que mais tarde se chamaria sionismo. Suas obras mais importantes são História Sagrada da Humanidade por um discípulo de Espinoza (1837), Triarquia européia (1841), Roma e Jerusalém: A Última Questão Nacional (1862) e Consequences of a Revolution of the Proletariat (1847).

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Moses Hess (Bonn, 21 de junho de 1812 - Paris, 6 de abril de 1875) foi um precursor do que mais tarde se chamaria sionismo. Suas obras mais importantes são História Sagrada da Humanidade por um discípulo de Espinoza (1837), Triarquia européia (1841), Roma e Jerusalém: A Última Questão Nacional (1862) e Consequences of a Revolution of the Proletariat (1847). Mudou seu nome para Moritz Hess, tendo mais tarde o revertido para Moses. Hess recebeu uma educação religiosa tradicional de seu avô, tendo, mais tarde, estudado filosofia na Universidade de Bonn e vivido em Paris como correspondente de um periódico socialista nos acontecimentos da revolução de 1848. Foi companheiro de Karl Marx, Friedrich Engels e Ferdinand Lassalle. Socialista, defendia inicialmente uma sociedade na qual a raça ou a religião não seriam determinantes. Em Triarquia européia (1841), propôs que os judeus buscassem assimilar-se em países tolerantes, como França e Estados Unidos, e mudou seu nome para Moritz, como forma de disfarçar sua identidade judaica. Mas as perseguições contra judeus (pogroms) no Oriente Médio e na Europa que aumentaram após o Caso de Damasco (1840), além de suas pesquisas na Universidade sobre raças parecem tê-lo feito mudar seu posicionamento. Duas décadas depois, em sua obra Roma e Jerusalém (1862), Moses Hess (que voltara a usar seu nome judeu), passou a argumentar contra a assimilação. Seu argumento era de que se os judeus negassem a sua própria origem, eles jamais obteriam o respeito das nações independentes, uma vez que a unidade cultural e linguística era um pressuposto para os Estados nacionais. Ele assim defende que os judeus retomem seus hábitos tradicionais. o ódio contra os judeus na Alemanha não era religioso, mas racial. O batismo não resolveria os aspectos físicos e, portanto, não era um caminho viável. O judeu só conquistaria a paz...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Unknown authorUnknown author (Public domain) ·

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