Ouro de Moscou

Com a expressão Ouro de Moscou se fez referência, originalmente, às reservas de ouro do Banco de España que foram entregues pelo governo republicano espanhol à União Soviética durante a Guerra Civil Espanhola. As reservas nunca foram restituídas a seu legítimo proprietário, o Banco de España, argumentando-se de que serviu como pagamento pela ajuda militar soviética ao governo republicano durante a guerra.

Nº Q2420547 ★★★

Rara · História

Ouro de Moscou

Com a expressão Ouro de Moscou se fez referência, originalmente, às reservas de ouro do Banco de España que foram entregues pelo governo republicano espanhol à União Soviética durante a Guerra Civil Espanhola. As reservas nunca foram restituídas a seu legítimo proprietário, o Banco de España, argumentando-se de que serviu como pagamento pela ajuda militar soviética ao governo republicano durante a guerra.

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Com a expressão Ouro de Moscou se fez referência, originalmente, às reservas de ouro do Banco de España que foram entregues pelo governo republicano espanhol à União Soviética durante a Guerra Civil Espanhola. As reservas nunca foram restituídas a seu legítimo proprietário, o Banco de España, argumentando-se de que serviu como pagamento pela ajuda militar soviética ao governo republicano durante a guerra. Se tratava da quarta maior reserva de ouro do mundo. Em 27 de julho de 1936, o total das reservas de ouro chegava a 2.184.145.184,51 pesetas-oro, equivalentes a 5.199.576.026,24 pesetas efetivas, cuja circulação garantiam. Em termos de poder aquisitivo, equivaleriam actualmente a 8.200 milhões de euros.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Luis García (CC BY-SA 2.5) ·

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