Ovídio

Nº Q7198 ★★★★★

Ultra rara · Personalidades

Ovídio

Públio Ovídio Nasão (em latim: Publius Ovidius Naso), conhecido como Ovídio em português, (Sulmona, 20 de março de 43 a.C. — Tômis, 17 ou 18 d.C.) foi um poeta romano conhecido principalmente como o autor de Heroides, Amores, e Ars Amatoria, três grandes coleções de poesia erótica, Metamorfoses, um poema hexâmetro mitológico, Fastos, sobre o calendário romano, e Tristia e Epistulae ex Ponto, duas coletâneas de poemas escritos no exílio no mar Negro. Foi também o autor de várias peças menores, Remedia Amoris, Medicamina Faciei Femineae, e Íbis,...

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Públio Ovídio Nasão (em latim: Publius Ovidius Naso), conhecido como Ovídio em português, (Sulmona, 20 de março de 43 a.C. — Tômis, 17 ou 18 d.C.) foi um poeta romano conhecido principalmente como o autor de Heroides, Amores, e Ars Amatoria, três grandes coleções de poesia erótica, Metamorfoses, um poema hexâmetro mitológico, Fastos, sobre o calendário romano, e Tristia e Epistulae ex Ponto, duas coletâneas de poemas escritos no exílio no mar Negro. Foi também o autor de várias peças menores, Remedia Amoris, Medicamina Faciei Femineae, e Íbis, um longo poema sobre maldição. Também é autor de uma tragédia perdida, Medeia. É considerado um mestre do dístico elegíaco e é tradicionalmente colocado ao lado de Virgílio e Horácio como um dos três poetas canônicos da literatura latina. O estudioso Quintiliano considerava-o o último dos elegistas amorosos latinos canônicos. Sua poesia, muito imitada durante a Antiguidade tardia e a Idade Média, influenciou decisivamente a arte e a literatura europeias, particularmente Dante, Shakespeare e Milton, e permanece como uma das fontes mais importantes de mitologia clássica. Seu estilo tem caráter jocoso e inteiramente pessoal — às vezes o eu-lírico de seus poemas são o próprio Ovídio. Escreveu sobre amor, sedução, exílio e mitologia. Estudou retórica com grandes mestres de Roma e viajou para Atenas e Ásia exercendo funções públicas com o objetivo de tornar-se um Cícero, mas, para desgosto do pai, resolveu dedicar sua vida à poesia. O dístico elegíaco é a métrica mais comum em seus poemas: os Amores — Ars Amatoria, Remedia Amoris — são longos poemas didáticos; os Fastos, sobre festivais romanos; o Medicamina Faciei Femineae, sobre cosméticos para mulheres; cartas fictícias escritas por heroínas mitológicas permeiam o enredo das Heroides; e todas suas obras restantes são escritas no exílio e sobre o exílio (Tristia, Epistulae ex Ponto, e...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Lucasaw (CC BY-SA 4.0) ·

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