Ponte do Esqueleto
Viaduto ferroviário abandonado às margens da Rodovia dos Bandeirantes, ao limite entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis
Nº Q140196546 ★★★
Rara · Arquitetura
Ponte do Esqueleto
Viaduto ferroviário abandonado às margens da Rodovia dos Bandeirantes, ao limite entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis
A Ponte do Esqueleto é um viaduto ferroviário abandonado cujas três vias de acesso estão localizadas na rodovia Doutor Cássio de Freitas Levy, entre as cidades paulistas de Limeira e Cordeirópolis. Tem 40 metros de altura e atravessa um curso d'água denominado Ribeirão do Tatu.
Último preço
—
Preço mínimo
—
Mediana 7 d
—
Vendas 30 d
0
Faixa 30 d
—
Em circulação
0
Cotação
mediana
mín – máx
vendas
Sem vendas no período
Ver tabela
| Data | mediana | Mín | Máx | vendas |
|---|
Histórico de vendas
- Última venda
- —
- Média 30 d
- —
- Mínima 30 d
- —
- Máxima 30 d
- —
- Vendas 7 d
- 0
- Vendas 30 d
- 0
Ainda sem vendas.
Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.
Na Wikipédia
A Ponte do Esqueleto é um viaduto ferroviário abandonado cujas três vias de acesso estão localizadas na rodovia Doutor Cássio de Freitas Levy, entre as cidades paulistas de Limeira e Cordeirópolis. Tem 40 metros de altura e atravessa um curso d'água denominado Ribeirão do Tatu. A estrutura pertencia à extinta Ferrovia Paulista S/A (Fepasa) que planejava construir no local um ramal que nunca foi implantado. Após a extinção da Fepasa em 1998, a estrutura foi repassada para a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), que entrou em processo de liquidação no ano seguinte. Desde 2007, a ponte passou a ser patrimônio do governo federal, sendo incorporada à Secretaria de Patrimônio da União em 2026. Após a sua desativação, tornou-se um atrativo para esportes de aventura, como o rapel e o pêndulo, tendo inclusive sediado o primeiro campeonato estadual desta modalidade. Além disso, a ponte era também utilizada por corredores e ciclistas, recebendo no todo cerca de 500 visitantes por mês no ano de 2025. A ponte foi palco de diversos acidentes envolvendo quedas. Em 2024, uma ciclista morreu ao cair da estrutura enquanto pedalava. O governo federal alega ter pedido para que a prefeitura de Limeira fechasse o acesso à ponte, porém o acesso foi reaberto alguns meses depois. Em junho de 2026, uma estudante de 21 anos de idade foi morta no local ao praticar o pêndulo sem ter uma corda atada ao seu corpo. A prefeitura de Limeira afirmou, em nota, que processaria o governo federal por omissão.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Anderson Martins (CC BY-SA 3.0) ·