Rodolfo Kusch
Günter Rodolfo Kusch (Buenos Aires, 25 de junho de 1922-Maimará, 30 de setembro de 1979) foi um antropólogo e filósofo argentino. Obteve o título de Professor de Filosofia da Universidade de Buenos Aires.
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Rodolfo Kusch
Günter Rodolfo Kusch (Buenos Aires, 25 de junho de 1922-Maimará, 30 de setembro de 1979) foi um antropólogo e filósofo argentino. Obteve o título de Professor de Filosofia da Universidade de Buenos Aires.
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Günter Rodolfo Kusch (Buenos Aires, 25 de junho de 1922-Maimará, 30 de setembro de 1979) foi um antropólogo e filósofo argentino. Obteve o título de Professor de Filosofia da Universidade de Buenos Aires. Realizou profundas investigações de campo sobre o pensamento indígena e popular americano como base de sua reflexão filosófica. Ademais escreveu várias obras teatrais e uma ampla coleção de artigos e conferências sobre estética americana. O tango foi um de seus temas prediletos. foi Professor de Estética e de História da Cultura na Escola Nacional de Belas Artes “Prilidiano Pueyrredón” da Cidade de Buenos Aires entre os anos 1963 e 1973. Ingressa na faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires como Professor de Filosofia em 1948.Foi parte da corrente ensayística dos anos cinquenta publicando em revistas como Sur y Contorno, e criador e diretor das obras teatrais como Tango, Credo Rante, La leyenda de Juan Moreira, La muerte del Chacho y Cafetín. Durante a ditadura de Eduardo Lonardi com um clima de repressão política e a campanha contra intelectuais do ministro filofacista Atilio dell Ouro Maini foi perseguido e censurado.Depois de ser encarcerado por motivos políticos devido a suas simpatias pelo peronismo, se exilia na Bolívia e posteriormente no Peru. Na década de sessenta publicou seus ensaios mais conhecidos, entre os quais destacam: América profunda, Índios, porteños e dioses, De la Mala Vida porteña e El pensamiento indígena y popular en América. Em 1989 foi homenageado pela Câmara de Deputados da Nação Argentina, considerando-o: “En estas afirmaciones se enmarca su afán: una forma de escencializar a partir de un horizonte propio, un "...encontrar un sentido en el mundo precolombino y en el americano actual" (Geocultura del Hombre Americano). En síntesis: el encuentro con lo americano. (…) Implica al indígena y al mestizo; también al hombre...
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Kultrun (CC BY-SA 4.0) ·