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Santo Dias

Santo Dias da Silva (Terra Roxa, 22 de fevereiro de 1942 – São Paulo, 30 de outubro de 1979) foi um operário metalúrgico brasileiro e membro da Pastoral Operária. Foi morto pela Polícia Militar quando comandava um piquete de greve.

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Santo Dias da Silva (Terra Roxa, 22 de fevereiro de 1942 – São Paulo, 30 de outubro de 1979) foi um operário metalúrgico brasileiro e membro da Pastoral Operária. Foi morto pela Polícia Militar quando comandava um piquete de greve. Os seus pais, Jesus Dias da Silva e Laura Amâncio Vieira, tinham mais sete filhos, além de Santo. Durante 40 anos, trabalharam como meeiros em diversas fazendas na mesma região. Católico desde a adolescência, Santo participava das atividades religiosas em sua terra natal, sendo membro da Legião de Maria. A movimentação social da década de 1960 influenciou sua atitude e a de muitos outros trabalhadores rurais. Entre 1960 e 1961, junto com outros empregados da Fazenda Guanabara, participou de um movimento por melhores condições de trabalho e salário. Por isso, sua família foi expulsa da colônia em que morava e passou a morar na cidade, numa casa alugada. O pais e os irmãos continuaram a trabalhar na roça, como boias-frias. Santo resolveu procurar outras oportunidades e foi morar em Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, área de grande concentração industrial.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Comissão da Verdade do Estado de São Paulo (CC BY 4.0) ·

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