Sarah Good

Nº Q7422342 ★

Comum · Personalidades

Sarah Good

Sarah Good foi a segunda de três pessoas acusadas de praticar bruxaria durante os julgamentos das Bruxas de Salém, que ocorreu em 1692. Ela era conhecida de Mary Eastey, uma das também acusadas de bruxaria, ambas nunca confessaram sua relação com a bruxaria e nem alianças ao demônio.

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Sarah Good foi a segunda de três pessoas acusadas de praticar bruxaria durante os julgamentos das Bruxas de Salém, que ocorreu em 1692. Ela era conhecida de Mary Eastey, uma das também acusadas de bruxaria, ambas nunca confessaram sua relação com a bruxaria e nem alianças ao demônio. Até hoje não há indícios que comprovam sua adoração ao demônio e nenhum tipo de bruxaria. Embora conhecida em 1692 como uma mendiga indigente, a vida de Sarah Good foi marcada por uma drástica mobilidade social descendente. Ela provinha de uma família abastada, seu pai tinha sido um rico estalajadeiro francês que cometeu suicídio quando ela ainda era jovem. Após a morte do pai, a herança foi mal gerida pelo padrasto e, aos vinte anos, Sarah perdeu o seu primeiro marido, herdando apenas dívidas. Essa sucessão de infortúnios transformou-a numa "mendiga semi-itinerante" e numa "ameaça local" aos olhos dos vizinhos puritanos, desafiando os ideais da comunidade. Julgamento Sarah Good foi detida a 29 de fevereiro de 1692 e levada para a taverna de Nathaniel Ingersoll no dia seguinte. Devido à grande multidão, o interrogatório foi transferido para a casa de reuniões da aldeia. Os juízes John Hathorne e Jonathan Corwin presidiram à sessão, marcada por uma forte presunção de culpa por parte de Hathorne, que iniciou o inquérito perguntando: "Com que maus espíritos tem familiaridade?". Durante o exame, Good negou ferir as crianças, embora as acusadoras (as meninas da aldeia) entrassem em convulsões violentas apenas ao olharem para ela. Quando pressionada a identificar quem então torturava as meninas, Good acusou Sarah Osborne. Um ponto central do interrogatório foi o seu hábito de resmungar quando lhe negavam caridade; Good alegou que recitava os Mandamentos e Salmos, mas os magistrados interpretaram os seus sussurros como maldições e feitiços contra os vizinhos. Evidências e Testemunhas...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Tim1965 (CC BY 3.0) ·

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