Sefarditas
Judeus lusibéricos
Nº Q102251 ★★★★★
Ultra rara · Saberes
Sefarditas
Judeus lusibéricos
Sefarditas ou sefaraditas (em hebraico: ספרדים; romaniz.: sefaradim; plural de sefaradi) são a população de diáspora de judeus que vivia na Península Ibérica (Portugal e Espanha) até a expulsão dos judeus da Espanha pelos Reis Católicos da Coroa de Castela e Aragão (1492) e as suas expulsões posteriores de judeus e muçulmanos por Manuel I, de Portugal (1496) e Reino de Navarra (1497); e, sobretudo, os descendentes destes, que mesmo que não vivam em território ibérico, permanecem ligados à cultura hispânica. A palavra tem origem na denominação h...
Último preço
—
Preço mínimo
—
Mediana 7 d
—
Vendas 30 d
0
Faixa 30 d
—
Em circulação
0
Cotação
mediana
mín – máx
vendas
Sem vendas no período
Ver tabela
| Data | mediana | Mín | Máx | vendas |
|---|
Histórico de vendas
- Última venda
- —
- Média 30 d
- —
- Mínima 30 d
- —
- Máxima 30 d
- —
- Vendas 7 d
- 0
- Vendas 30 d
- 0
Ainda sem vendas.
Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.
Na Wikipédia
Sefarditas ou sefaraditas (em hebraico: ספרדים; romaniz.: sefaradim; plural de sefaradi) são a população de diáspora de judeus que vivia na Península Ibérica (Portugal e Espanha) até a expulsão dos judeus da Espanha pelos Reis Católicos da Coroa de Castela e Aragão (1492) e as suas expulsões posteriores de judeus e muçulmanos por Manuel I, de Portugal (1496) e Reino de Navarra (1497); e, sobretudo, os descendentes destes, que mesmo que não vivam em território ibérico, permanecem ligados à cultura hispânica. A palavra tem origem na denominação hebraica para designar a Península Ibérica (em hebraico: ספרד; romaniz.: Sefarad; lit. os da Península Ibérica). Utilizam a língua sefardi, também chamada judeu-espanhol ou ladino, como língua litúrgica. A presença judaica mais antiga documentada na Península Ibérica remonta ao período romano, nos primeiros séculos da era comum. Após sofrer perseguições sob o domínio pagão e, posteriormente, cristão do Reino Visigótico, as comunidades judaicas floresceram durante séculos sob o governo muçulmano em Al-Andalus, após a conquista omíada, em uma época frequentemente considerada uma idade de ouro. A sua situação deteriorou-se sob as dinastias almorávida, almóada e durante a Reconquista. Em 1391, os motins antijudaicos em Castela e Aragão provocaram massacres e conversões forçadas em massa. Em 1492, o Édito de Granada dos Reis Católicos decretou a expulsão dos judeus da Espanha, e em 1496 o rei D. Manuel I de Portugal promulgou uma ordem semelhante. Esses acontecimentos resultaram em migrações, conversões forçadas e execuções. Os judeus sefarditas dispersaram-se amplamente: muitos encontraram refúgio no Império Otomano, estabelecendo-se em cidades como Istambul, Salónica e Esmirna; outros dirigiram-se a centros do Norte de África como Fez, Argel e Túnis; a portos italianos como Veneza e Livorno; e a diversas regiões dos Bálcãs, do Levante (notadamente Safed e Jerusalém) e dos Países Baixos (especialmente Amesterdão). Também se formaram...
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Unknown authorUnknown author (Public domain) ·