SHA-1

Nº Q13414952 ★★

Incomum · Literatura

SHA-1

Em criptografia, SHA-1 é uma função de dispersão criptográfica (ou função hash criptográfica) projetada pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos e é um Padrão Federal de Processamento de Informação dos Estados Unidos publicado pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST). Em dezembro de 2022 o NIST passou a recomendar a substituição da função SHA-1 por algoritmos mais novos e seguros, como SHA-2 e SHA-3, e que SHA-1 deixe de ser usado até 31 de dezembro de 2030.

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Na Wikipédia

Em criptografia, SHA-1 é uma função de dispersão criptográfica (ou função hash criptográfica) projetada pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos e é um Padrão Federal de Processamento de Informação dos Estados Unidos publicado pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST). Em dezembro de 2022 o NIST passou a recomendar a substituição da função SHA-1 por algoritmos mais novos e seguros, como SHA-2 e SHA-3, e que SHA-1 deixe de ser usado até 31 de dezembro de 2030. SHA-1 produz um valor de dispersão de 160 bits (20 bytes) conhecido como resumo da mensagem. Um valor de dispersão SHA-1 é normalmente tratado como um número hexadecimal de 40 dígitos. A sigla SHA significa "algoritmo de dispersão seguro" (secure hash algorithm em inglês). Os quatro algoritmos SHA são estruturados diferentemente e nomeados SHA-0, SHA-1, SHA-2 e SHA-3. SHA-0 é a versão original da função de dispersão de 160 bits publicada em 1995 sob o nome "SHA": ela não foi adotada por muitas aplicações. Publicada em 1995, SHA-1 é muito similar à SHA-0, mas altera a especificação de dispersão do SHA original para corrigir as fraquezas alegadas. SHA-2, publicada em 2001, é significantemente diferente da função de dispersão SHA-1. SHA-1 é a mais amplamente utilizada das funções de dispersão SHA existentes, sendo empregada em vários protocolos e aplicações amplamente utilizadas. Em 2005, criptoanalistas descobriram ataques sobre SHA-1, sugerindo que o algoritmo poderia não ser seguro o suficiente para uso continuado. O NIST exigiu que várias aplicações utilizadas em agências federais mudassem para SHA-2 depois de 2010 devido à fraqueza descoberta. Apesar dos ataques bem sucedidos sobre o SHA-2 nunca terem sido relatados, ele é algoritmicamente similar ao SHA-1. Em 2012, segundo uma longa competição, o NIST selecionou um algoritmo adicional, o Keccak, para padronização sob o título de SHA-3. Em...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5) ·

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