Sigeberto I

Sigeberto I (535 – setembro de 575) foi rei da Austrásia da morte de seu pai em 561 até sua própria morte. Foi o terceiro filho sobrevivente dentre os quatro de Clotário I e Ingunda.

Nº Q309946 ★★★

Rara · Personalidades

Sigeberto I

Sigeberto I (535 – setembro de 575) foi rei da Austrásia da morte de seu pai em 561 até sua própria morte. Foi o terceiro filho sobrevivente dentre os quatro de Clotário I e Ingunda.

Último preço

—

Preço mínimo

—

Mediana 7 d

—

Vendas 30 d

0

Faixa 30 d

—

Em circulação

0

Cotação

Ver tabela
Datamediana MínMáxvendas

Histórico de vendas

Última venda
—
Média 30 d
—
Mínima 30 d
—
Máxima 30 d
—
Vendas 7 d
0
Vendas 30 d
0

Ainda sem vendas.

Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.

№ Edições numeradas · 0 cunhadas Próximo n.º 1 · Pontos ×3
Na Wikipédia

Sigeberto I (535 – setembro de 575) foi rei da Austrásia da morte de seu pai em 561 até sua própria morte. Foi o terceiro filho sobrevivente dentre os quatro de Clotário I e Ingunda. Seu reinado foi principalmente ocupado com uma bem-sucedida guerra civil contra seu meio irmão Quilperico I. Por volta de 567 ele casou-se com Brunilda, filha do rei visigodo Atanagildo. Este casamento, se nós tomarmos o principal cronista da época, Gregório de Tours, em suas palavras, revela algo sobre o caráter superior de Sigeberto naquela época violenta e lasciva. Conforme Gregório: Agora quando o rei Sigeberto viu que seus irmãos estavam tomando esposas indignas deles, e para suas desgraças estavam na verdade casando-se com mulheres escravas, ele enviou uma embaixada à Espanha e com muitos presentes pediu a mão de Brunilda, filha do rei Atanagildo. Ela era uma bela donzela, de aparência agradável, virtuosa e prendada, com bom senso e bem nascida. Seu pai não recusou, e a enviou ao rei que eu citei com grandes tesouros. E o rei juntou seus principais homens, preparou um banquete, e a tomou como sua esposa em meio a grandes felicidades e alegrias. E apesar de que ela fosse uma seguidora da lei ariana, ela foi convertida pela pregação dos bispos pela advertência do próprio rei, e ela confessou a união da Santíssima Trindade, e acreditou e foi batizada. E ela permaneceu católica em nome de Cristo.[1]

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Wikimedia Commons (Public domain) ·

Cartas próximas

Ver a ficha

Confirmação