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Termas de Agripa

Termas de Agripa (em latim: Thermae Agrippae) foi uma terma romana construída por Marco Vipsânio Agripa no Campo de Marte, a primeira da cidade.

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Em sua planta original, completada em 25 a.C., havia apenas uma espécie de sauna com um piscinas de água fria, conhecida como "laconian sudatorium or gymnasium". Quando a Água Virgem foi completada, em 19 a.C., as termas receberam um fornecimento constante de água e foi construída uma grande piscina a céu aberto (Stagnum Agrippae). Entre a inauguração e a morte de Agripa, a entrada para cidadãos romanos era cobrada (um quadrante). Ao morrer, em 12 a.C., Agripa deixou as termas para os cidadãos de Roma utilizarem livremente em troca de uma doação de várias terras para Augusto, o que deu origem a primeira das grandes termas públicas imperiais. As Termas de Agripa foram danificadas juntamente com várias outras estruturas na região num grande incêndio em 80, mas foram restaurados logo depois por Domiciano. Anos mais tarde, a estrutura foi ampliada por Adriano. No século IV, novas reformas por ordem dos imperadores Constâncio II e Constante. Sidônio Apolinário menciona que as termas ainda estavam em uso no século V. Em 599, o papa Gregório, o Grande, transformou as termas em um convento. No século VII, a estrutura, que já não podia mais ser utilizada por que os aquedutos romanos haviam sido cortados na década de 530 pelos ostrogodos), serviu de fonte de materiais de construção, mas grande parte do edifício ainda estava em pé no século XVI, quando Baldassare Peruzzi e Andrea Palladio fizeram desenhos detalhados das ruínas.

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Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: SkiDragon (CC BY-SA 2.5) ·

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