Totem e Tabu

Totem e Tabu: Alguns Pontos de Concordância entre a Vida Mental dos Selvagens e dos Neuróticos (em alemão: Totem und Tabu: Einige Übereinstimmungen im Seelenleben der Wilden und der Neurotiker) é um livro de 1913 de Sigmund Freud, no qual Freud aplica psicanálise aos campos da arqueologia, antropologia, e o estudo da religião. É uma coleção de quatro artigos inspirados pelo trabalho de Wilhelm Wundt e Carl Jung e foi primeiramente publicado no jornal Imago (1912-1913): "O Horror do Incesto", "Tabu e Ambivalência Emocional", "Animismo, Mágica e...

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Rara · Literatura

Totem e Tabu

Totem e Tabu: Alguns Pontos de Concordância entre a Vida Mental dos Selvagens e dos Neuróticos (em alemão: Totem und Tabu: Einige Übereinstimmungen im Seelenleben der Wilden und der Neurotiker) é um livro de 1913 de Sigmund Freud, no qual Freud aplica psicanálise aos campos da arqueologia, antropologia, e o estudo da religião. É uma coleção de quatro artigos inspirados pelo trabalho de Wilhelm Wundt e Carl Jung e foi primeiramente publicado no jornal Imago (1912-1913): "O Horror do Incesto", "Tabu e Ambivalência Emocional", "Animismo, Mágica e...

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Totem e Tabu: Alguns Pontos de Concordância entre a Vida Mental dos Selvagens e dos Neuróticos (em alemão: Totem und Tabu: Einige Übereinstimmungen im Seelenleben der Wilden und der Neurotiker) é um livro de 1913 de Sigmund Freud, no qual Freud aplica psicanálise aos campos da arqueologia, antropologia, e o estudo da religião. É uma coleção de quatro artigos inspirados pelo trabalho de Wilhelm Wundt e Carl Jung e foi primeiramente publicado no jornal Imago (1912-1913): "O Horror do Incesto", "Tabu e Ambivalência Emocional", "Animismo, Mágica e a Onipotência dos Pensamentos" e "O Retorno do Totemismo na Infância". Totem e Tabu tem sido um dos clássicos da antropologia, comparável a Cultura Primitiva de Edward Burnett Tylor de 1871 e O Ramo de Ouro de James Frazer de 1890. O trabalho é considerado atualmente desacreditado pela maioria dos antropólogos. O antropólogo cultural Alfred L. Kroeber foi um crítico precoce de Totem e Tabu, publicando uma crítica ao trabalho em 1920. Outros autores veem valor redentor no trabalho.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: H.-P.Haack (CC BY 3.0) ·

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