Turiya
Turiya (em sânscrito, तुरीय, turīya) é uma palavra que significa o quarto, referindo-se ao conceito indiano de um quarto estado de consciência, diferente dos três comuns: o estado desperto, o de sonhos e o de sono sem sonhos. É também conhecido pelo nome caturtha, que vem do sânscrito catur, que significa quatro.
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Turiya
Turiya (em sânscrito, तुरीय, turīya) é uma palavra que significa o quarto, referindo-se ao conceito indiano de um quarto estado de consciência, diferente dos três comuns: o estado desperto, o de sonhos e o de sono sem sonhos. É também conhecido pelo nome caturtha, que vem do sânscrito catur, que significa quatro.
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Turiya (em sânscrito, तुरीय, turīya) é uma palavra que significa o quarto, referindo-se ao conceito indiano de um quarto estado de consciência, diferente dos três comuns: o estado desperto, o de sonhos e o de sono sem sonhos. É também conhecido pelo nome caturtha, que vem do sânscrito catur, que significa quatro. Este conceito surge em algumas Upanishads antigas, como a Māṇḍūkya Upaniṣad, adquirindo depois grande importância no Yoga, sendo citado, por exemplo, na obra Hatha Yoga Pradipika, IV.48. A citação abaixo, da Māṇḍūkya Upaniṣad, descreve os quatro estados: 3. O estado desperto (jāgarita-sthāna), conhecedor (prajña) dos objetos externos, que tem sete membros e dezenove bocas, e cujo domínio é o mundo da manifestação grosseira, é a primeira condição, vaiśvānara. 4. O estado de sonho (svapna-sthāna), o conhecedor dos objetos internos, que tem sete membros e dezenove bocas, e cujo domínio é o mundo da manifestação sutil, é a segunda condição, taijasa. 5. Quando aquele que dorme não deseja nenhum objeto nem vê nenhum sonho (svapna), cujo domínio é o mundo do sono profundo (supta), no qual a experiência se torna unificada, que é um conhecimento informe, que tem a experiência da beatitude (ānanda), é o caminho que leva ao conhecimento dos dois outros estados, esta é a terceira condição, prājña. 6. Este é o governante (Īśvara) de tudo; este é aquele que conhece tudo, é o controlador interno; é a fonte de tudo; é a fonte de todas as coisas e em que elas finalmente desaparecem. 7. Nem conhecedor interno, nem conhecedor externo, nem conhecedor de ambos, nem um conhecimento informe, nem conhecedor, nem não-conhecedor. Não pode ser visto, é impraticável, impossível de ser captado, indescritível, impensável, indefinível. A essência da consciência (pratyaya) do Eu (ātman) uno, a aquietação do universo, o pacífico, o auspicioso (Śiva) sem dualidades, é...
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