Comum · História
Vacunagate
Vacunagate (ou Vacinagate) refere-se a um escândalo no Peru sobre as vacinações irregulares de 487 pessoas (principalmente altos funcionários do Poder Executivo peruano) contra a COVID-19. A crise teve inicio em 10 de fevereiro de 2021 com a divulgação da informação de que o então presidente Martín Vizcarra teria recebido as vacinas contra a doença do novo coronavírus destinadas aos ensaios clínicos da Sinopharm da Fase III em outubro de 2020 no Palácio do Governo, em segredo.
Na Wikipédia
Vacunagate (ou Vacinagate) refere-se a um escândalo no Peru sobre as vacinações irregulares de 487 pessoas (principalmente altos funcionários do Poder Executivo peruano) contra a COVID-19. A crise teve inicio em 10 de fevereiro de 2021 com a divulgação da informação de que o então presidente Martín Vizcarra teria recebido as vacinas contra a doença do novo coronavírus destinadas aos ensaios clínicos da Sinopharm da Fase III em outubro de 2020 no Palácio do Governo, em segredo. Das equipes de pesquisa das duas universidades responsáveis pelo estudo, o recebimento e administração das vacinas do estudo Sinopharm, bem como o pedido irregular de 3.200 doses adicionais fora do estudo clínico, ocorreram por solicitação dos médicos pesquisadores Germán Málaga e Hugo García Lescano, líder e coordenador da equipe de pesquisa da Universidade Peruana Cayetano Heredia que teriam facilitado o acesso às vacinas em sua sede a altos funcionários, familiares e diversas pessoas além dos voluntários do estudo clínico e do pessoal direto envolvido neste. As ações foram agravadas quando se descobriu que Germán Málaga aplicou três doses em sua sede em 40 pessoas, incluindo ele mesmo e um vice-ministro, de forma irregular e sem consentimento por escrito. Várias autoridades universitárias inoculadas irregularmente, incluindo o reitor e o vice-reitor, renunciaram ao cargo como resultado do escândalo. Por fim, o Instituto Nacional de Saúde do Peru indicou a saída do pesquisador principal responsável e suspendeu a Universidade Cayetano Heredia como centro para a realização de novos ensaios clínicos. A inoculação teria consequências criminais, uma vez que foram inoculados altos funcionários do Governo de Francisco Sagasti, como a Ministra das Relações Exteriores, Elizabeth Astete; a Ministra da Saúde, Pilar Mazzetti, os dois Vice-Ministros da Saúde, e altos funcionários da chancelaria em meio a negociações com o laboratório Sinopharm para aquisição da vacina. Entre os funcionários...
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Presidencia del Consejo de Ministros (PCM) (Public domain) ·
Cartas próximas
-
★★
Caso Covaxin
-
O★
Operação Vagatomia
-
★
Pfizergate
Vaccine-related scandal in the EU
-
★★
COVID-19 vaccination in Peru
Plan to immunize against COVID-19
-
★★★★
Vacinação contra a COVID-19 no Brasil
Campanha de imunização para combater a pandemia de COVID-19 no Brasil
-
★★★
CoronaVac
Vacina desenvolvida contra a COVID-19