Yolanda Costa e Silva

28.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil

Nº Q10303423 ★★★

Rara · Personalidades

Yolanda Costa e Silva

28.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil

Yolanda Barboza da Costa e Silva (Curitiba, 30 de outubro de 1907 — Rio de Janeiro, 28 de julho de 1991) foi a esposa do marechal Artur da Costa e Silva, 27.º presidente do Brasil, e exerceu o papel de primeira-dama do país de 15 de março de 1967 a 31 de agosto de 1969, durante a segunda presidência da ditadura militar brasileira. Durante o período em que foi primeira-dama, presidiu a Legião Brasileira de Assistência (LBA), participou de iniciativas assistenciais e representou o governo brasileiro em solenidades e recepções diplomáticas.

Último preço

—

Preço mínimo

—

Mediana 7 d

—

Vendas 30 d

0

Faixa 30 d

—

Em circulação

0

Cotação

Ver tabela
Datamediana MínMáxvendas

Histórico de vendas

Última venda
—
Média 30 d
—
Mínima 30 d
—
Máxima 30 d
—
Vendas 7 d
0
Vendas 30 d
0

Ainda sem vendas.

Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.

№ Edições numeradas · 0 cunhadas Próximo n.º 1 · Pontos ×3
Na Wikipédia

Yolanda Barboza da Costa e Silva (Curitiba, 30 de outubro de 1907 — Rio de Janeiro, 28 de julho de 1991) foi a esposa do marechal Artur da Costa e Silva, 27.º presidente do Brasil, e exerceu o papel de primeira-dama do país de 15 de março de 1967 a 31 de agosto de 1969, durante a segunda presidência da ditadura militar brasileira. Durante o período em que foi primeira-dama, presidiu a Legião Brasileira de Assistência (LBA), participou de iniciativas assistenciais e representou o governo brasileiro em solenidades e recepções diplomáticas. Entre os acontecimentos mais conhecidos de sua atuação pública estiveram a recepção à rainha Elizabeth II e ao príncipe Filipe, em 1968, e sua relação profissional com a estilista Zuzu Angel. Seu período como primeira-dama coincidiu com o aprofundamento do autoritarismo no país. Em dezembro de 1968, o governo de Costa e Silva decretou o Ato Institucional Número Cinco (AI-5), que permitiu o fechamento do Congresso Nacional, a suspensão de direitos políticos e a ampliação da repressão estatal. Após o afastamento do marido por motivos de saúde, em agosto de 1969, Yolanda deixou as funções relacionadas à condição de primeira-dama. Viúva a partir de dezembro daquele ano, manteve-se relativamente afastada da vida pública, embora tenha concedido entrevistas nas quais defendeu a memória e apresentou sua interpretação sobre o governo de Costa e Silva.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: UnknownUnknown (Public domain) ·

Cartas próximas

Confirmação