Australopithecus afarensis

Espécie de Australopithecus

Nº Q107685 ★★★

Rara · Natureza

Australopithecus afarensis

Espécie de Australopithecus

Australopithecus afarensis é uma espécie de hominídeo extinto proposta em 1978 por Tim D. White e Donald Johanson, com base no "joelho de Johanson" encontrado por aquele antropólogo em Hadar, na Etiópia, em 1974. Os vestígios fósseis foram datados em 3,4 milhões de anos.

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Australopithecus afarensis é uma espécie de hominídeo extinto proposta em 1978 por Tim D. White e Donald Johanson, com base no "joelho de Johanson" encontrado por aquele antropólogo em Hadar, na Etiópia, em 1974. Os vestígios fósseis foram datados em 3,4 milhões de anos. O nome provém da região onde foi encontrado: a Depressão de Afar. Até ao presente, foram já encontrados fragmentos desta espécie pertencentes a mais de 300 indivíduos, datados entre 4 e 2,7 milhões de anos, todos na região norte do Grande Vale do Rift, incluindo um esqueleto quase completo de uma fêmea adulta, que foi denominada Lucy. Uma das características marcantes de Lucy é o tamanho de seu cérebro: 450 cm cúbicos. Um pouco maior que o cérebro de um chimpanzé moderno. O nome do fóssil encontrado é uma homenagem à música "Lucy in the Sky with Diamonds", da banda britânica Beatles, que, segundo relatos, estaria tocando no momento das escavações e nas comemorações após a descoberta. A descoberta do fóssil Lucy foi de grande importância na época. Até então, era o fóssil mais antigo e completo já encontrado, com aproximadamente 40% do seu esqueleto preservado. Era a evidência de que o andar bípede evoluiu antes do aumento do cérebro e que a evolução humana foi um processo gradual. A 31 de março de 1994 o jornal científico Nature reportou o achado do primeiro crânio completo de um Australopithecus afarensis. Surgiu entre há 3,8 milhões e 3,5 milhões de anos, na África austral, sendo um possível ancestral do homem.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: 120 (CC BY 2.5) ·

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