Darcy Vargas
15.ª e 18.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil
Nº Q600390 ★★★★
Super rara · Personalidades
Darcy Vargas
15.ª e 18.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil
Darcy Sarmanho Vargas (São Borja, 12 de dezembro de 1895 – Rio de Janeiro, 25 de junho de 1968) foi uma filantropa brasileira que exerceu o papel de primeira-dama do país em dois períodos, de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954, como esposa de Getúlio Vargas, o 15.º e 18.º presidente do Brasil. Anteriormente, foi primeira-dama do Rio Grande do Sul entre 1928 e 1930.
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Darcy Sarmanho Vargas (São Borja, 12 de dezembro de 1895 – Rio de Janeiro, 25 de junho de 1968) foi uma filantropa brasileira que exerceu o papel de primeira-dama do país em dois períodos, de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954, como esposa de Getúlio Vargas, o 15.º e 18.º presidente do Brasil. Anteriormente, foi primeira-dama do Rio Grande do Sul entre 1928 e 1930. Sua atuação pública iniciou-se durante a Revolução de 1930, com a organização da Legião da Caridade, em Porto Alegre. Posteriormente, criou a Fundação Darcy Vargas, em 1938, e a Casa do Pequeno Jornaleiro, inaugurada em 1940, destinadas à assistência, educação e formação profissional de crianças e adolescentes que trabalhavam nas ruas do Rio de Janeiro. Em 1942, no contexto da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, participou da criação da Legião Brasileira de Assistência (LBA), instituição de alcance nacional inicialmente dedicada às famílias dos militares mobilizados para a guerra. Darcy presidiu sua direção central entre 1942 e 1945 e novamente entre 1951 e 1954. A LBA ampliou progressivamente seu campo de ação, passando a atuar na assistência à maternidade, à infância, às pessoas com deficiência, aos idosos e às populações atingidas pela pobreza e por calamidades. A historiografia considera sua trajetória um marco na construção do papel público das primeiras-damas brasileiras. Suas iniciativas aproximaram associações filantrópicas, mulheres das elites, empresários e órgãos governamentais, contribuindo para a expansão da assistência social. Ao mesmo tempo, pesquisadores observam que esse modelo estava baseado no maternalismo, na caridade e na atribuição às mulheres de funções relacionadas ao cuidado, além de ser utilizado na construção da imagem pública e política do governo Vargas.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: UnknownUnknown (Public domain) ·