Marly Sarney
32.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil
Nº Q10326653 ★★★★
Super rara · Personalidades
Marly Sarney
32.ª Primeira-dama da República Federativa do Brasil
Marly Macieira Sarney (São Luís, 4 de dezembro de 1931) é a esposa de José Sarney, o 31.º presidente do Brasil, e exerceu as funções de segunda-dama do país de 15 de março e 21 de abril de 1985 e de primeira-dama entre 1985 e 1990, durante a curta vice-presidência e posterior presidência de seu marido. Anteriormente, exerceu o papel de primeira-dama do Maranhão entre 1966 e 1970, quando Sarney governou o estado.
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Marly Macieira Sarney (São Luís, 4 de dezembro de 1931) é a esposa de José Sarney, o 31.º presidente do Brasil, e exerceu as funções de segunda-dama do país de 15 de março e 21 de abril de 1985 e de primeira-dama entre 1985 e 1990, durante a curta vice-presidência e posterior presidência de seu marido. Anteriormente, exerceu o papel de primeira-dama do Maranhão entre 1966 e 1970, quando Sarney governou o estado. Tornou-se a primeira ocupante da posição de primeira-dama no período denominado Nova República, iniciado com o restabelecimento de um governo civil em março de 1985. Durante o período presidencial, presidiu o Conselho Consultivo da Legião Brasileira de Assistência — LBA e o Programa Nacional do Voluntariado — Pronav. Não exerceu, entretanto, a presidência executiva da LBA, ocupada por Marcos Vilaça. Sua agenda incluiu campanhas destinadas às crianças, à expansão de creches, ao voluntariado, à educação especial e às escolas comunitárias, além da mobilização de primeiras-damas estaduais e municipais em apoio a programas governamentais. Embora tenha sido frequentemente descrita pela imprensa e pela memória política como uma primeira-dama de perfil discreto, pesquisas historiográficas identificam em sua atuação uma forma de primeiro-damismo estratégico: a utilização da posição simbólica de esposa do presidente para apoiar políticas assistenciais, promover ações do governo e construir redes entre o poder público, entidades filantrópicas, empresas e esposas de outros governantes. Essa interpretação não lhe atribui a direção formal do governo, mas contesta a imagem de completa ausência da esfera política.
Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: J. Freitas (CC BY 3.0 br) ·