Reelina

Reelina, codificada pelo gene RELN, é uma grande glicoproteína secretada da matriz extracelular que ajuda a regular os processos de migração neuronal e posicionamento no cérebro em desenvolvimento, controlando as interações célula-célula. Além deste papel importante no desenvolvimento inicial, a reelina continua a funcionar no cérebro adulto.

Nº Q13561329 ★★

Incomum · Saberes

Reelina

Reelina, codificada pelo gene RELN, é uma grande glicoproteína secretada da matriz extracelular que ajuda a regular os processos de migração neuronal e posicionamento no cérebro em desenvolvimento, controlando as interações célula-célula. Além deste papel importante no desenvolvimento inicial, a reelina continua a funcionar no cérebro adulto.

Último preço

—

Preço mínimo

—

Mediana 7 d

—

Vendas 30 d

0

Faixa 30 d

—

Em circulação

0

Cotação

Ver tabela
Datamediana MínMáxvendas

Histórico de vendas

Última venda
—
Média 30 d
—
Mínima 30 d
—
Máxima 30 d
—
Vendas 7 d
0
Vendas 30 d
0

Ainda sem vendas.

Vendas anônimas: sem comprador nem vendedor. Os números contam só vendas entre jogadores.

Na Wikipédia

Reelina, codificada pelo gene RELN, é uma grande glicoproteína secretada da matriz extracelular que ajuda a regular os processos de migração neuronal e posicionamento no cérebro em desenvolvimento, controlando as interações célula-célula. Além deste papel importante no desenvolvimento inicial, a reelina continua a funcionar no cérebro adulto. Ela modula a plasticidade sináptica ao aumentar a indução e manutenção da potenciação de longa duração. Também estimula o desenvolvimento de dendrites e espinhas dendríticas no hipocampo, e regula a migração contínua de neuroblastos gerados em locais de neurogénese adulta nas zonas subventricular e zona subgranular. É encontrada não só no cérebro, mas também no fígado, tiroide, suprarrenal, trompa de Falópio, mama e em níveis comparativamente mais baixos numa variedade de regiões anatómicas. Tem sido sugerido que a reelina está implicada na patogénese de várias doenças cerebrais. A expressão da proteína tem sido encontrada significativamente mais baixa na esquizofrenia e no transtorno bipolar psicótico, mas a causa desta observação permanece incerta, já que estudos mostram que a medicação psicotrópica em si afeta a expressão da reelina. Além disso, as hipóteses epigenéticas destinadas a explicar os níveis alterados de expressão da reelina são controversas. A falta total de reelina causa uma forma de lissencefalia. A reelina também pode desempenhar um papel na doença de Alzheimer, epilepsia do lobo temporal e autismo. O nome da reelina deriva da marcha descoordenada (reeling gait em inglês) de ratos reeler, nos quais se descobriu mais tarde uma deficiência desta proteína cerebral e que eram homozigóticos para uma mutação do gene RELN. O principal fenótipo associado à perda da função da reelina é uma falha no posicionamento neuronal em todo o sistema nervoso central (SNC) em desenvolvimento. Os ratos heterozigóticos para o gene da reelina, embora apresentem poucos defeitos neuroanatómicos, exibem as características de endofenótipos ligadas a transtornos psicóticos.

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Boghog (Public domain) ·

Cartas próximas

Ver a ficha

Confirmação