Risoleta Neves

Política brasileira

Risoleta Tolentino Neves (Cláudio, 20 de julho de 1917 — Rio de Janeiro, 21 de setembro de 2003) foi a esposa de Tancredo Neves, presidente eleito do Brasil. Foi primeira-dama de Minas Gerais entre março de 1983 e agosto de 1984 e, no mesmo período, presidiu o Serviço Voluntário de Assistência Social de Minas Gerais (SERVAS), no qual desenvolveu programas nas áreas de saúde, educação e assistência social.

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Risoleta Neves

Política brasileira

Risoleta Tolentino Neves (Cláudio, 20 de julho de 1917 — Rio de Janeiro, 21 de setembro de 2003) foi a esposa de Tancredo Neves, presidente eleito do Brasil. Foi primeira-dama de Minas Gerais entre março de 1983 e agosto de 1984 e, no mesmo período, presidiu o Serviço Voluntário de Assistência Social de Minas Gerais (SERVAS), no qual desenvolveu programas nas áreas de saúde, educação e assistência social.

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Risoleta Tolentino Neves (Cláudio, 20 de julho de 1917 — Rio de Janeiro, 21 de setembro de 2003) foi a esposa de Tancredo Neves, presidente eleito do Brasil. Foi primeira-dama de Minas Gerais entre março de 1983 e agosto de 1984 e, no mesmo período, presidiu o Serviço Voluntário de Assistência Social de Minas Gerais (SERVAS), no qual desenvolveu programas nas áreas de saúde, educação e assistência social. Ao longo da carreira política de Tancredo, Risoleta manteve, em geral, uma atuação pública discreta, embora participasse de compromissos sociais e políticos e exercesse influência no âmbito familiar. Um relatório biográfico produzido em 1985 e preservado na Ronald Reagan Presidential Library registrou sua participação na campanha de Tancredo ao governo mineiro e identificou a presidência do SERVAS como sua principal atividade social. Segundo o documento, durante sua gestão a entidade prestou assistência médica a mais de 10,4 mil crianças por meio de mais de duzentas unidades e organizações locais em Minas Gerais. Exerceu ainda a coordenação estadual do Programa Nacional do Voluntariado da Legião Brasileira de Assistência (PRONAV-LBA). Com a eleição indireta de Tancredo para a Presidência da República, em 15 de janeiro de 1985, Risoleta se preparava para desempenhar as atribuições tradicionalmente associadas à primeira-dama do Brasil. Não chegou, contudo, a exercer a função, pois o presidente eleito foi hospitalizado na véspera da posse e morreu em 21 de abril, sem ter sido empossado. Durante a enfermidade e as cerimônias fúnebres de Tancredo, sua postura recebeu ampla atenção pública. No próprio dia da morte do marido, o presidente José Sarney determinou a inscrição de seu nome no Livro do Mérito, em reconhecimento oficial à sua atuação naquele período. Após tornar-se viúva, Risoleta presidiu a Fundação Tancredo Neves, voltada à preservação da memória do marido, e participou da consolidação do Memorial Tancredo...

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Célio Azevedo (CC BY 2.0) ·

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