Sinologia

Nº Q269915 ★★★

Rara · Saberes

Sinologia

Sinologia ou estudos chineses é o estudo da civilização da China, o que normalmente exige profundos conhecimentos de um ou mais idiomas chineses. Na China, 'sinologistas' às vezes são chamados afetivamente e com admiração 'perito sobre a China' (中國通).

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Sinologia ou estudos chineses é o estudo da civilização da China, o que normalmente exige profundos conhecimentos de um ou mais idiomas chineses. Na China, 'sinologistas' às vezes são chamados afetivamente e com admiração 'perito sobre a China' (中國通). O início da sinologia se deu aquando da penetração de missionários do ocidente, tal como o Padre Iakinf, o Padre Matteo Ricci, S.J., o Padre Michele Ruggieri, o Padre Adam Schall, S.J. e outros, que foram à China para estudar o idioma, a cultura e as crenças. Esses missionários traduziram partes dos textos clássicos chineses ao latim e a outros idiomas do Ocidente, e a Bíblia ao chinês. Eles também escreveram muitas cartas lá da China, as quais eram lidas com grande interesse, pois naquela época a China começou a ser considerada política e economicamente interessante. Nos séculos XVIII e XIX, outros missionários, como James Legge (1815-1897), despenderam consideráveis esforços na tentativa de convencer universidades ocidentais a adotar a sinologia como uma disciplina curricular. Aos poucos, os estudiosos não religiosos se tornaram a maioria,, superando os missionários. No século XX, aos poucos, a sinologia veio adquirir força e a se tornar numa presença notável nas universidades do mundo ocidental. No Japão, a sinologia - Shinagaku ou 支那学 , em japonês - foi estabelecida em uma combinação efetiva de estudos confucianos tradicionais com a sinologia ocidental. Os estudos chineses no Japão mais tarde passaram a fazer parte dos estudos orientais. A sinologia organizou-se em escolas distintas, vinculadas aos seus países de origem ou língua. A corrente anglófona teve entre seus grandes expoentes o já citado James Legge, Arthur Walley (tradutor), Joseph Needham (História das Ciências), Michael Loewe (História da China Antiga), William Watson (Arqueologia), além dos atuais William T. De Bary (tradutor e ensaísta), Burton Watson (tradutor) e Jonathan Spence (China Moderna)....

Texto: Wikipédia, CC BY-SA 4.0. · Imagem: Tao Kai (Public domain) ·

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